Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Escrevo, logo existo

Escrevo, logo existo

livrosbolso-billboard
05
Mai20

O imperialismo norte americano e as suas prioridades

Escrevo, logo existo

Muitas pessoas e também alguns comentadores, dizem e afirmam que o Trump é louco, vejamos o Trump não é louco, ele não é dono dos EUA. Os EUA como o país referência do imperialismo, sempre teve comportamentos bélicos e neocoloniais, afirmar que o problema é Trump, é personalizar um problema que é muito mais vasto e complexo, ilibando todos os seus antecessores que tiveram as mesmas práticas ou piores.

O que se tem passado no continente Americano tem sido um escândalo apoiado pelos países e organizações do costume, incluindo-se aqui Portugal e a UE. O contexto em que se dá este recente ataque à Venezuela, durante uma pandemia agrava ainda mais a situação, eu como cidadão português exijo que o meu país tome uma posição de repulsa em relação ao que se passou na Venezuela.

Sinceramente não me surpreende o silêncio da comunicação social em relação a este atentado à soberania venezuelana, recordemos dos pedidos de desculpas que a comunicação social e o estado português fez em relação ao conflito no Iraque. Os pedidos de desculpa à posteriori dos conflitos não evitam milhares de mortos, nem as desestabilizações dos países.

Necessitamos também de uma comunicação social que faça de facto jornalismo, mas para tal necessita de ser pluralista, dar voz a diferentes visões e não tomar partidos, para as pessoas na sua reflexão poderem fazer a sua escolha. O problema é que o imperialismo não perdoa e sabe que comunicação livre, resulta em cabeças livres e percebem muito facilmente quem é o inimigo comum que financia grupos terroristas, que fomenta guerras e desestabilizações nos diferentes países.

“Perante isto, é de perguntar: no terreno do capitalismo, que outro meio poderia haver a não ser a guerra, para eliminar a desproporção existente entre o desenvolvimento das forças produtivas e a acumulação de capital, por um lado, e, por outro lado, a partilha das colónias e das <<esferas de influência>> do capital financeiro?>>

Lenine, Imperialismo – Fase superior do capitalismo

14
Jan20

Paz e chapadas (foneticamente é espetacular – apenas isso)

Escrevo, logo existo

Quando alguém dá uma chapada a outra pessoa para evitar andar à porrada em vez de se retirar, quando tem essa opção é a mesma coisa do que meter lenha na fogueira para ela não arder.

Há quem ache que a atitude de Trump é uma coisa nunca vista, é mentira! Isto sempre foi prática política nos e dos EUA, para resolver questões políticas internas.

A utilização do espantalho do “terrorismo” como tática de alienação de massas, nunca foi tão claro como hoje. O império Norte Americano utiliza o “terrorismo” como instrumento político, chegando ao ridículo de classificar um exército e um general como “terroristas”.

A questão que se impõe é: um estado que mata um general explodindo com o seu carro através de um drone, pode designar-se como um estado “terrorista”? Se adotarmos este termo, como é banalmente utilizado, teremos então de considerar este ato como um ato de terrorismo de estado.

Temos um atrito entre dois países, conflito este que arrasta uma região do globo e que tem envolvido diferentes países, quer sejam desta região, quer sejam do resto mundo.

Falemos dos que podem fazer diferença, os da região propriamente dita não têm grande influência e importância, a não ser pela sua proximidade geográfica e cultural, pois estes apenas agem de “costas quentes” e com garantias de terceiras partes. Quem pode de facto fazer a diferença para o equilíbrio de forças é a Rússia e a China, tendo em conta que da UE e dos seus Estados Membros não se espera grande coisa, além de apoios ou votos de condenação muito “diplomáticos” que passam a mão nas costas dos EUA.

É determinante que estes mexam as suas esferas de influência em forma de contraste com a forma dos EUA, ou seja, promovendo a paz, a cooperação e o equilíbrio de forças, prática esta que tem sido prática da China e da Rússia.

No que toca à região do Médio Oriente temos três países que merecem alguma atenção nomeadamente Israel, Turquia e a Arábia Saudita. Israel é um fiel aliado dos EUA, a Turquia joga em vários tabuleiros, jogando com as contradições dos EUA e da Europa aproveitando os interesses da Rússia e por último a Arábia Saudita a protegida dos EUA, rica e cheia de petróleo até à ponta dos cabelos.

A realidade do médio oriente é complexa e é com essa complexidade que a devemos de olhar sem simplismos, mas uma coisa é certa: a violência e a desestabilização não constroem a paz!

 

 

Plano Nacional Leitura-mrec

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D