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Escrevo, logo existo

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15
Fev20

A Vida vale mais do que a morte

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A eutanásia é uma ofensa ao desenvolvimento e inteligência humana. Se existe coisa que representa um avanço civilizacional, é o momento em que o ser humano e a ciência colocou no centro da discussão o prolongamento da vida humana, o passo a dar a seguir, deveria de ser a da dignificação da vida humana para todos os seres humanos e não o alcance da melhor forma de morrer.

Muitas comparações têm sido feitas com a Interrupção Voluntária da Gravidez, estes tipos de comparações são perigosos e demagógicos e que se regem por razões religiosas. A IVG não mete termino a nenhuma vida humana e a eutanásia mete.

A eutanásia deveria de ser a última das preocupações. Quando temos um país com casos de pobreza extrema, quando temos telhados de amianto nas escolas, quando temos um Serviço Nacional de Saúde que ainda não dá a resposta necessária.

A vida é um direito, a morte é uma inevitabilidade, não é normal querer morrer, mas é normal querer viver e com dignidade. Viver com dignidade não é morrer com dignidade porque não há nada de digno na morte, tendo em conta que depois da morte não existe nada. A vida é precária porque é curta e acaba, cabe a nós tornar a vida cada vez melhor, mais digna e cada vez mais duradora.

Nesta discussão é determinante o fator esperança, é preciso esperança para todos os seres humanos, um ser humano sem esperança é um corpo sem condição humana que não está bem, é patológico e esta questão não é apenas filosófica, como psicológica e psiquiátrica, é uma questão holística e tem de ser olhada desta forma. Que se criem as condições para garantir a condição humana de todos os seres humanos, que se dê condições de vida a todos e que não se arranje formas “melhores ou piores” de morrer porque morrer não tem nada de bom.

A questão, discussão e agitação criada pela eutanásia serve os interesses do PS porque afasta a discussão do que realmente interessa, que é a dignificação da vida de todos os portugueses porque tal preocupação mete em causa o superavit (segundo o PS).

 

29
Jan20

Joacine e Ventura : Dupla de tango invencível

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Joacine voltou ao bar meio triste e Ventura convidou-a para dançar dando-lhe animo e força, como disse no inicio desta legislatura, estes dois vão alimentar-se um do outro, basta ver pelos "posts" no twitter de Rui Tavares, que está a aceitar este "convite para dançar": 

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É importante estarmos atentos a isto e não esquecer como sempre disse, um alimenta-se do outro. Um segredo o principal perigo da extrema direita não está nem no Chega nem no PNR, mas sim nos principais partidos, nomeadamente no CDS-PP (aquele gajo viciado em coca) e no PSD (vários gajos viciados em coca). 

Vamos lá combater isto ridicularizando e dando a importância política que tem que é: nenhuma! Dar-lhe importância é dar-lhe o que quer, claro e a sua companheira de tango também o quer, pois isto vai ser a sua tábua de salvação.

27
Jan20

Rearrumação de forças à direita: Qual a resposta à esquerda?

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Um CDS-PP e um PSD em definição dos seus caminhos, estratégias e táticas, entre o “centro” esquerda e a direita, se considerarmos que existe centro, espaço este que é uma falácia, pois não existe meias questões na política, ou se é de direita ou de esquerda!

O aparecimento de novas forças, desde o Chega à Iniciativa Liberal, a criarem um novo enquadramento para o eleitorado de direita mais “conservador” (para não dizer outra coisa).

O PSD de Rui Rio é um PSD que tenta disputar ao dito centro, resta saber se isto é suficiente para conquistar o poder, o presidente eleito do CDS-PP tenta disputar à direita o eleitorado, afirmando ao mesmo tempo que a quer unir a direita enquanto “vanguarda”, movimento este que Passos Coelho (D.Sebastião?) já veio dar um ar da sua graça. Esquecendo-se que a sua presença encontra-se em todo lado, menos nas graças do nosso povo que sofreu nas suas mãos.

Outra questão é que o povo está “sereno” como o PS gosta, mas não querendo isto dizer que está contente. Agora uma coisa é certa, irá manter-se enquanto não se apresentar uma alternativa mobilizadora quer à direita, quer à esquerda (espero eu à esquerda).  

O CDS-PP vive o mesmo dilema sendo que aqui a referência em vez de ser entre o Sá Carneiro e o Passos Coelho, é entre a direita católica conservadora (Salazarenta/populista) e a doutrina social da igreja menos populista e menos conservadora.

Como dizia o outro: “Com os problemas dos outros, posso eu bem!” o que me preocupa é; quando o PS der para o torto porque rebaixa-se à UE porque não renegoceia a divida nos seus prazos juros e montantes porque injeta dinheiro no novo banco que em nada contribui para o desenvolvimento do país. Será que existirá a força capaz e necessária para que estes direitolas que vestem calças beges, ou os outros que penteiam o cabelo para trás não voltem para lá e que garanta ao mesmo tempo que o PS não leve o país e os trabalhadores à desgraça? Uma alternativa de poder que se coloque agora, pois quando der para o torto já é tarde demais e o cassete dá a volta e toca o mesmo.

A história continua … Não percas o barco …

17
Out19

Marcelfie digivolui para Marceluencer

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O Marcelo faz muito tempo que era o maior influencer no país, tão ou mais ridículo do que o Wuant (ou sei lá como é que se diz) e em relação aos beijinhos bate de longe a team strada, só falta mesmo entrar na minha casa de banho enquanto estiver a cagar.

 

Isto até podia ter alguma piada, não fosse ele a figura mais alta do estado português, o Presidente da República. Tornando-se ainda mais grave e mesquinho quando a troco deste carinho interesseiro tem a intenção de espetar uma lança nas costas que tem de seu nome "revisão constitucional".

 

Ups . . . Não era para dizer?! (já disse)

foto retirada do expresso (para não terem a ideia de me processarem)

08
Out19

Não votou, mas pode reclamar!

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Afirmar que “se não vota não pode reclamar” é no mínimo ridículo e antidemocrático. Entenda-se que a democracia para estas pessoas que proferem estas anormalidades, vêm a democracia como uma coisa muito curta que se encerra no ato de realizar uma cruz num determinado quadradinho (o diminutivo deve-se ao facto de ser mesmo um quadrado pequeno).

É claro que mesmo não votando pode participar no futuro numa coletividade, numa manifestação ou num partido político e é positivo que o faça pois pode ser que para a próxima vez já vote.

Os mesmos que dizem isto são os mesmos que dizem aos jovens que isso das associações de estudantes e sindicatos é coisa do passado, “devem é trabalhar, ser melhor que os outros e fazerem-se à vida”. Estes que dizem estas alarvidades e os que enfiam a carapuça, incluindo figuras de estado, se não gostam da democracia e não a entendem como processo, ou a querem travar enquanto processo, entendam uma coisa: ela é tão boa ao ponto de vos permitir dizer este tipo de baboseiras (reparem: “anormalidades”/”alarvidades”/”baboseiras”).

 

Para os que não votaram desta vez, desejo que comecem a participar mais e que comecem a votar. Para os que dizem estas coisas, digam para dentro que isso se calhar dito numa tasca, também vos corria mal, já para não dizer que não fica bem à primeira figura do estado.

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