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Escrevo, logo existo

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17
Mai20

A precariedade, A Comunicação Social e a nossa Democracia

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A embaixada de Cuba nos EUA sofre um atentado, mercenários patrocinados pelos EUA tentam um golpe terrorista na Venezuela. A comunicação social por cá faz ouvidos mocos, como se nada se tivesse passado.
É impressionante, a nossa sociedade não compreender que uma comunicação social forte e pluralista é condição estrutural para podermos viver em liberdade e em democracia. Não existe liberdade de opinião sem informação de qualidade.
A nossa comunicação social em particular, como no mundo do trabalho em geral, a precariedade é uma realidade, mas aqui neste sector a precariedade dos trabalhadores que trabalham nesta área, tem implicações societárias de grande dimensão.
Quem vai dizer o que pensa, ou o que viu, se sabe que a qualquer momento pode ser despedido? Como é que pode um meio de comunicação social cobrir uma notícia in loco, ou produzir notícias próprias sem reproduzir a de outros, se não tem trabalhadores suficientes?
Será esta "mão invisível" que os vendedores de banha da cobra falam? A questão é que não é invisível, esta "pressão" tem rostos tem protagonistas, são os grandes grupos económicos que querem manter o seu domínio.
Quem quer o silenciamento da verdade, é quem não vive bem com ela porque sabe que ela lhe pode trazer prejuízos, hoje mais do que no passado é determinante que todos digam a “verdade”, que digam o que pensam e que não sejam apenas seres que repetem o que os outros papagueiam ou o que lhe obrigam a papaguear. É difícil? É! Mas também é um acto de coragem e resistência.
Assim se defende a liberdade e a democracia! A dizer, a lutar e a fazer!

17
Mai20

Isto não é uma piada

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Temos um bicho que ainda mexe, um ministro das finanças que mexe com um Primeiro Ministro, um Primeiro Ministro que mexe com o Presidente da República e o Quadros que mostra o bicho. O que poderá vir a seguir?O Manuel João Vieira se aparecer é a cereja no topo do bolo.

Isto está difícil, mas divertido para quem manda umas bocas (como eu), parece um filme dos Monty Python. O problema é a vida das pessoas e o ataque aos trabalhadores que não tem piada nenhuma e sobre isso quase ninguém fala, nem denúncia. 

 

05
Mai20

O imperialismo norte americano e as suas prioridades

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Muitas pessoas e também alguns comentadores, dizem e afirmam que o Trump é louco, vejamos o Trump não é louco, ele não é dono dos EUA. Os EUA como o país referência do imperialismo, sempre teve comportamentos bélicos e neocoloniais, afirmar que o problema é Trump, é personalizar um problema que é muito mais vasto e complexo, ilibando todos os seus antecessores que tiveram as mesmas práticas ou piores.

O que se tem passado no continente Americano tem sido um escândalo apoiado pelos países e organizações do costume, incluindo-se aqui Portugal e a UE. O contexto em que se dá este recente ataque à Venezuela, durante uma pandemia agrava ainda mais a situação, eu como cidadão português exijo que o meu país tome uma posição de repulsa em relação ao que se passou na Venezuela.

Sinceramente não me surpreende o silêncio da comunicação social em relação a este atentado à soberania venezuelana, recordemos dos pedidos de desculpas que a comunicação social e o estado português fez em relação ao conflito no Iraque. Os pedidos de desculpa à posteriori dos conflitos não evitam milhares de mortos, nem as desestabilizações dos países.

Necessitamos também de uma comunicação social que faça de facto jornalismo, mas para tal necessita de ser pluralista, dar voz a diferentes visões e não tomar partidos, para as pessoas na sua reflexão poderem fazer a sua escolha. O problema é que o imperialismo não perdoa e sabe que comunicação livre, resulta em cabeças livres e percebem muito facilmente quem é o inimigo comum que financia grupos terroristas, que fomenta guerras e desestabilizações nos diferentes países.

“Perante isto, é de perguntar: no terreno do capitalismo, que outro meio poderia haver a não ser a guerra, para eliminar a desproporção existente entre o desenvolvimento das forças produtivas e a acumulação de capital, por um lado, e, por outro lado, a partilha das colónias e das <<esferas de influência>> do capital financeiro?>>

Lenine, Imperialismo – Fase superior do capitalismo

14
Abr20

Cada um com a sua estupidez no mesmo compasso

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A ignorância e a estupidez humana ficaram espelhadas na estupidez que aconteceu em alguns lares do Minho. Não é culpa dos velhotes, mas daquelas cabeças atrasadas e retardadas que têm um cérebro de ervilha que promoveram estes comportamentos.


Eu sou ateu e sei que deus não é médico nem tem a vacina até porque não existe. Eu respeito as crenças, mas não respeito estúpidos e aí também estão incluídos crentes estúpidos. Acreditem à vontade, mas não sejam estúpidos nem arrastem outros para a vossa estupidez.


Para acabar e antes de me arrebentar uma veia, aqui vem a pergunta mágica:
As autoridades já tomaram conta da ocorrência?

 

 

 

15
Mar20

Coronahigiénicodependente

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- Dr. já não sei o que fazer, já recorri ao papel de cozinha, a guadarnapos e veja já cheguei ao cumulo de lavar o cu! Já não sei o que fazer!!! Nada me preenche tão bem o cu como o papel higiénico.

- Faça assim meta um dedo no cu, ou então use um pepino, é uma espécie d metadona. Aconselho a continuar a fazer psicoterapia.

- Vou-me matar!!!

 

E assim se resolve a situação do país, que tem uma pandemia muito grave, a estupidez humana!

13
Mar20

Covid-19 não suspende a ideologia e muito menos a memória

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O CDS o PSD e os seus broches à lapela (IL e Chega) estão a dizer que é necessário meter as ideologias à parte, é compreensivel tendo em conta que estes mesmos partidos são contra o serviço público de saúde e tomam medidas políticas para o describilizar e desmantelar. 

Costumam dizer que isso do serviço nacional de saúde é coisa de esquerda e têm razão é mesmo e isso é o que eles hoje não afirmam, mas afirmaram no passado e continuam a defende-lo.

Defender a dignidade do ser humano é uma questão ideológica e neste combate não estamos de facto do mesmo lado da barricada, pois é na prática que se vê quem defende as pessoas e a melhor forma de combater as pandemias e de dar qualidade de vida às pessoas é começar por defender o SNS e isto é o minimo.

Sei que dói, mas de facto tudo é ideologia e especialmente na defesa da dignidade humana. 

13
Mar20

Tudo o que é preciso para acabar com o Covid 19

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É simples: Acabar com a estupidez!! Se querem gelados comam-nos em casa, se querem cagar que nem uns animais, caguem à vontade, mas não se preocupem que o papel higiénico não vai acabar, se têm tempo livre e não sabe o que fazer, tenho duas sugestões excelentes TV e Internet, são umas engenhocas que inventaram à pouco tempo.

A DGS devia de contratar fiscais da estupidez em que actuavam nos supermercardos a dar chapadas a quem comprar coisas, para além do que é necessário para si. E outros que andariam de avioneta nas praias a largar bostas de vaca para o areal, para acertar nos estupidos.

Se querem combater a pandemia fiquem em casa, se não querem pratiquem o suicidio, mas não lixem os outros!

29
Jan20

Joacine e Ventura : Dupla de tango invencível

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Joacine voltou ao bar meio triste e Ventura convidou-a para dançar dando-lhe animo e força, como disse no inicio desta legislatura, estes dois vão alimentar-se um do outro, basta ver pelos "posts" no twitter de Rui Tavares, que está a aceitar este "convite para dançar": 

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É importante estarmos atentos a isto e não esquecer como sempre disse, um alimenta-se do outro. Um segredo o principal perigo da extrema direita não está nem no Chega nem no PNR, mas sim nos principais partidos, nomeadamente no CDS-PP (aquele gajo viciado em coca) e no PSD (vários gajos viciados em coca). 

Vamos lá combater isto ridicularizando e dando a importância política que tem que é: nenhuma! Dar-lhe importância é dar-lhe o que quer, claro e a sua companheira de tango também o quer, pois isto vai ser a sua tábua de salvação.

27
Jan20

Rearrumação de forças à direita: Qual a resposta à esquerda?

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Um CDS-PP e um PSD em definição dos seus caminhos, estratégias e táticas, entre o “centro” esquerda e a direita, se considerarmos que existe centro, espaço este que é uma falácia, pois não existe meias questões na política, ou se é de direita ou de esquerda!

O aparecimento de novas forças, desde o Chega à Iniciativa Liberal, a criarem um novo enquadramento para o eleitorado de direita mais “conservador” (para não dizer outra coisa).

O PSD de Rui Rio é um PSD que tenta disputar ao dito centro, resta saber se isto é suficiente para conquistar o poder, o presidente eleito do CDS-PP tenta disputar à direita o eleitorado, afirmando ao mesmo tempo que a quer unir a direita enquanto “vanguarda”, movimento este que Passos Coelho (D.Sebastião?) já veio dar um ar da sua graça. Esquecendo-se que a sua presença encontra-se em todo lado, menos nas graças do nosso povo que sofreu nas suas mãos.

Outra questão é que o povo está “sereno” como o PS gosta, mas não querendo isto dizer que está contente. Agora uma coisa é certa, irá manter-se enquanto não se apresentar uma alternativa mobilizadora quer à direita, quer à esquerda (espero eu à esquerda).  

O CDS-PP vive o mesmo dilema sendo que aqui a referência em vez de ser entre o Sá Carneiro e o Passos Coelho, é entre a direita católica conservadora (Salazarenta/populista) e a doutrina social da igreja menos populista e menos conservadora.

Como dizia o outro: “Com os problemas dos outros, posso eu bem!” o que me preocupa é; quando o PS der para o torto porque rebaixa-se à UE porque não renegoceia a divida nos seus prazos juros e montantes porque injeta dinheiro no novo banco que em nada contribui para o desenvolvimento do país. Será que existirá a força capaz e necessária para que estes direitolas que vestem calças beges, ou os outros que penteiam o cabelo para trás não voltem para lá e que garanta ao mesmo tempo que o PS não leve o país e os trabalhadores à desgraça? Uma alternativa de poder que se coloque agora, pois quando der para o torto já é tarde demais e o cassete dá a volta e toca o mesmo.

A história continua … Não percas o barco …

30
Nov19

Bank Friday Bancária (para os Banqueiros)

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Era bom que a Black Friday fosse no Novo Banco e não para o Novo Banco, pois parece que o Novo Banco apesar de não adquirir produtos, enche o cofre sucessivamente em grandes doses de dinheiro (de outros). 

 Black Friday no Novo Banco era meter quem tem de pagar o buraco a fazer uma coisa espetacular que é pagar os seus próprios prejuízos do banco, daí a noção de capital de risco, para os mais distraídos, quer dizer que tem risco e que pode ter como consequência não só perder o valor investido, como pode ser necessário meter mais dinheiro, pois não dá para ser "liberal" para ter lucro e usar o estado para o prejuízo. 

Resumindo "liberal" é a o cúmulo da chique espertice política e a Black Friday para o Novo Banco é para os donos disto tudo que são, ao mesmo tempo, os que apregoam o "liberalismo" pensando e agindo segundo o seguinte princípio basilar: Liberdade para explorar sem ninguém os incomodar. 

 

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