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30
Nov19

Bank Friday Bancária (para os Banqueiros)

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Era bom que a Black Friday fosse no Novo Banco e não para o Novo Banco, pois parece que o Novo Banco apesar de não adquirir produtos, enche o cofre sucessivamente em grandes doses de dinheiro (de outros). 

 Black Friday no Novo Banco era meter quem tem de pagar o buraco a fazer uma coisa espetacular que é pagar os seus próprios prejuízos do banco, daí a noção de capital de risco, para os mais distraídos, quer dizer que tem risco e que pode ter como consequência não só perder o valor investido, como pode ser necessário meter mais dinheiro, pois não dá para ser "liberal" para ter lucro e usar o estado para o prejuízo. 

Resumindo "liberal" é a o cúmulo da chique espertice política e a Black Friday para o Novo Banco é para os donos disto tudo que são, ao mesmo tempo, os que apregoam o "liberalismo" pensando e agindo segundo o seguinte princípio basilar: Liberdade para explorar sem ninguém os incomodar. 

 

02
Nov19

Passerelle na Assembleia da República

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Um que precisa de uma porta, façam-lhe a vontade e se possível dêem-lhe com a porta na cabeça. A outra que é acompanhada de um homem de batina.

O que tem em comum? Querem chamar a atenção através do choque, alimentam-se um do outro. Quando um ataca o outro, ambos ganham destaque na Comunicação Social.

P.S. Não alimentem os populismos, eles alimentam-se da tua atenção, eles alimentam-se de ti.

 

31
Out19

Apenas chuva

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Parece que quando chove as pessoas decidem todas comprar um carro ou alugar para encher as ruas de Lisboa. Porquê tal fenómeno? Medo de se molharem? A meu ver estamos perante ridículo, existe uma tecnologia inventada à pouco tempo chamada de chapéus de chuva, coisa de à pouco tempo, percebo.


Para além do mais estas pessoas não é a primeira vez que saem de casa quando chove, a não ser que só saiam de casa quando chove e de carro, o que mais uma vez não faz sentido. Outra hipótese é cada vez que saem de casa irem de transportes públicos. Neste momento dêmos as mãos uns aos outros em círculo, fazendo uma grande reflexão coletiva: Também não chove nos transportes, pois não? No caminho para o trabalho quando saem dos transportes e vice-versa podem usar um chapéu não podem? Então meus caros nesse caso deixem o carro na garagem, aproveitem o passe e usem os chapéus.

27
Out19

Para a padeira nem vento nem casamento de onde? De espanha meu caro.

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Padeira é das profissões mais nobres, um padeiro não é a mesma coisa que um pedreiro. Um faz pão e o outro faz? Burros! Trabalha a pedra e não! não faz pedras! 

Mais impressionante é a outra que trata dos outros à mocada, quando com pedras resultaria melhor com certeza. Comer pedras faz partir os dentes, não convém trocar-lhe os papéis. A padeira de Aljubarrota é o nosso Jesus Cristo, primeiro porque nos libertou, segundo porque tem a capacidade de multiplicar pães, nomeadamente contra espanhóis. Ainda é mais que cristo, pois ela ao mesmo tempo que trata da arte da criação de pães (e não pãos como alguens dizam), liberta-nos dos espanhóis.

Outra pergunta que me sobressalta é: Como é que aquela senhora apareceu em Aljubarrota? Sim porque de lá não era de certeza, pois aquilo é um bocado como a margem sul . . . "um deserto" (já agora ainda é lá que vão fazer o aeroporto?).

Padeiro hoje é uma profissão em ascensão, hoje há muitos jovens que enveredaram por esta profissão histórica, e trabalham de noite e pela madrugada adentro, chegando mesmo a trabalhar o dia inteiro e em qualquer lado, nomeadamente em casas de banho, discotecas e etc. Parece que hoje em dia é possível fazer um pão em qualquer sítio.

Às vezes pergunto-me: Será que se nós nos voltarmos a zangar com os espanhóis eles voltam a unir-se? FSSS estava a tentar não falar sobre espanhóis, mas eles não se entendem entre eles, quanto mais com os outros.

Obrigado padeira que aqui no condado portucalense as coisas continuam (devagarinho mas continuam) e já agora espanhóis obrigado pelos 100 montaditos e quando poderem mandem aquelas cadeias de restaurantes de presunto que têm espalhados por Espanha.

 

 

 

17
Out19

Marcelfie digivolui para Marceluencer

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O Marcelo faz muito tempo que era o maior influencer no país, tão ou mais ridículo do que o Wuant (ou sei lá como é que se diz) e em relação aos beijinhos bate de longe a team strada, só falta mesmo entrar na minha casa de banho enquanto estiver a cagar.

 

Isto até podia ter alguma piada, não fosse ele a figura mais alta do estado português, o Presidente da República. Tornando-se ainda mais grave e mesquinho quando a troco deste carinho interesseiro tem a intenção de espetar uma lança nas costas que tem de seu nome "revisão constitucional".

 

Ups . . . Não era para dizer?! (já disse)

foto retirada do expresso (para não terem a ideia de me processarem)

15
Out19

São abstenções meu senhor . . . São abstenções . . .

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As abstenções escondem por detrás a realidade. Para compreender a abstenção é necessário conhecer a realidade e não fugir dela. A realidade é clara: a vida está melhor, os salários subiram, os passes baixaram o preço, e as contribuições para a segurança social aumentaram, não aumentando a carga fiscal, logo, seria espectável que a abstenção diminui-se e não o seu contrário. A questão é que as coisas da vida não são assim tão simples.

O povo português e a sua democracia portuguesa vivem um problema grave, de saúde, que tem resolução, mas esta cura demora o seu tempo, como qualquer terapia. Primeiro é determinante encarar a democracia como um processo e não como um momento. Mas de quem é a culpa? A culpa são das políticas que têm fustigado as populações anos sucessivos.

É necessário continuar a melhoria das condições de vida dos portugueses. Travar este rumo teria como consequência uma ressaca que poderia não só alimentar a abstenção, ou pior, alimentar falsas alternativas, nomeadamente a extrema direita. É urgente continuar a insistir e continuar a criar esperança sendo que a abstenção não se combate do dia para a noite.

Quanto mais esperança, menos abstenção. Melhores condições de vida, mais esperança.

08
Out19

Não votou, mas pode reclamar!

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Afirmar que “se não vota não pode reclamar” é no mínimo ridículo e antidemocrático. Entenda-se que a democracia para estas pessoas que proferem estas anormalidades, vêm a democracia como uma coisa muito curta que se encerra no ato de realizar uma cruz num determinado quadradinho (o diminutivo deve-se ao facto de ser mesmo um quadrado pequeno).

É claro que mesmo não votando pode participar no futuro numa coletividade, numa manifestação ou num partido político e é positivo que o faça pois pode ser que para a próxima vez já vote.

Os mesmos que dizem isto são os mesmos que dizem aos jovens que isso das associações de estudantes e sindicatos é coisa do passado, “devem é trabalhar, ser melhor que os outros e fazerem-se à vida”. Estes que dizem estas alarvidades e os que enfiam a carapuça, incluindo figuras de estado, se não gostam da democracia e não a entendem como processo, ou a querem travar enquanto processo, entendam uma coisa: ela é tão boa ao ponto de vos permitir dizer este tipo de baboseiras (reparem: “anormalidades”/”alarvidades”/”baboseiras”).

 

Para os que não votaram desta vez, desejo que comecem a participar mais e que comecem a votar. Para os que dizem estas coisas, digam para dentro que isso se calhar dito numa tasca, também vos corria mal, já para não dizer que não fica bem à primeira figura do estado.

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