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Escrevo, logo existo

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14
Abr20

Cada um com a sua estupidez no mesmo compasso

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A ignorância e a estupidez humana ficaram espelhadas na estupidez que aconteceu em alguns lares do Minho. Não é culpa dos velhotes, mas daquelas cabeças atrasadas e retardadas que têm um cérebro de ervilha que promoveram estes comportamentos.


Eu sou ateu e sei que deus não é médico nem tem a vacina até porque não existe. Eu respeito as crenças, mas não respeito estúpidos e aí também estão incluídos crentes estúpidos. Acreditem à vontade, mas não sejam estúpidos nem arrastem outros para a vossa estupidez.


Para acabar e antes de me arrebentar uma veia, aqui vem a pergunta mágica:
As autoridades já tomaram conta da ocorrência?

 

 

 

31
Out19

Apenas chuva

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Parece que quando chove as pessoas decidem todas comprar um carro ou alugar para encher as ruas de Lisboa. Porquê tal fenómeno? Medo de se molharem? A meu ver estamos perante ridículo, existe uma tecnologia inventada à pouco tempo chamada de chapéus de chuva, coisa de à pouco tempo, percebo.


Para além do mais estas pessoas não é a primeira vez que saem de casa quando chove, a não ser que só saiam de casa quando chove e de carro, o que mais uma vez não faz sentido. Outra hipótese é cada vez que saem de casa irem de transportes públicos. Neste momento dêmos as mãos uns aos outros em círculo, fazendo uma grande reflexão coletiva: Também não chove nos transportes, pois não? No caminho para o trabalho quando saem dos transportes e vice-versa podem usar um chapéu não podem? Então meus caros nesse caso deixem o carro na garagem, aproveitem o passe e usem os chapéus.

27
Out19

Para a padeira nem vento nem casamento de onde? De espanha meu caro.

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Padeira é das profissões mais nobres, um padeiro não é a mesma coisa que um pedreiro. Um faz pão e o outro faz? Burros! Trabalha a pedra e não! não faz pedras! 

Mais impressionante é a outra que trata dos outros à mocada, quando com pedras resultaria melhor com certeza. Comer pedras faz partir os dentes, não convém trocar-lhe os papéis. A padeira de Aljubarrota é o nosso Jesus Cristo, primeiro porque nos libertou, segundo porque tem a capacidade de multiplicar pães, nomeadamente contra espanhóis. Ainda é mais que cristo, pois ela ao mesmo tempo que trata da arte da criação de pães (e não pãos como alguens dizam), liberta-nos dos espanhóis.

Outra pergunta que me sobressalta é: Como é que aquela senhora apareceu em Aljubarrota? Sim porque de lá não era de certeza, pois aquilo é um bocado como a margem sul . . . "um deserto" (já agora ainda é lá que vão fazer o aeroporto?).

Padeiro hoje é uma profissão em ascensão, hoje há muitos jovens que enveredaram por esta profissão histórica, e trabalham de noite e pela madrugada adentro, chegando mesmo a trabalhar o dia inteiro e em qualquer lado, nomeadamente em casas de banho, discotecas e etc. Parece que hoje em dia é possível fazer um pão em qualquer sítio.

Às vezes pergunto-me: Será que se nós nos voltarmos a zangar com os espanhóis eles voltam a unir-se? FSSS estava a tentar não falar sobre espanhóis, mas eles não se entendem entre eles, quanto mais com os outros.

Obrigado padeira que aqui no condado portucalense as coisas continuam (devagarinho mas continuam) e já agora espanhóis obrigado pelos 100 montaditos e quando poderem mandem aquelas cadeias de restaurantes de presunto que têm espalhados por Espanha.

 

 

 

24
Out19

Afinal é possível sair

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Muitos comentadores encartados têm a mania de comparar o "cu com as calsas", muita coisa já foi dita entre a Catalunha e o Brexit, a questão é que são processos muito diferentes. A única coisa que poderá ser comum, entre um processo e outro, é a seguinte questão: quem é a única entidade soberana no que toca à tomada de decisão política?

A resposta é simples, essa entidade chama-se Povo, é ao povo que cabe decidir o seu próprio futuro, isto num primeiro plano. Num segundo plano podemos discutir se os processos de tomada de decisão foram ou não bem conduzidos e num último plano se são legítimos, entre muitas outras discussões de todo o tipo que muitos pseudo intelectuais gostam de ter . . .

Agora o que muitos (pseudo) democratas e comentadores (zecos) fazem, é meter a questão do centro de decisão, tanto da Catalunha como do Brexit, fora do quadro de decisão democrática (poder/povo), para cobardemente colocar a discussão no quadro legalista (legal/judicial) no caso da Catalunha e no caso do Brexit no quadro economicista (negocial/negociante). 

Para esses "comentadores" e "democratas" que têm medo da democracia, o povo não tem! Deixem o povo da Catalunha decidir sobre o seu futuro e no caso do povo Inglês, respeitem a sua decisão!

O interesse do povo tem de estar no centro da ação, os outros interesses são estranhos ao seu interesse e esses devem estar fora tanto num processo como no outro.

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