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Escrevo, logo existo

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27
Jan20

Rearrumação de forças à direita: Qual a resposta à esquerda?

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Um CDS-PP e um PSD em definição dos seus caminhos, estratégias e táticas, entre o “centro” esquerda e a direita, se considerarmos que existe centro, espaço este que é uma falácia, pois não existe meias questões na política, ou se é de direita ou de esquerda!

O aparecimento de novas forças, desde o Chega à Iniciativa Liberal, a criarem um novo enquadramento para o eleitorado de direita mais “conservador” (para não dizer outra coisa).

O PSD de Rui Rio é um PSD que tenta disputar ao dito centro, resta saber se isto é suficiente para conquistar o poder, o presidente eleito do CDS-PP tenta disputar à direita o eleitorado, afirmando ao mesmo tempo que a quer unir a direita enquanto “vanguarda”, movimento este que Passos Coelho (D.Sebastião?) já veio dar um ar da sua graça. Esquecendo-se que a sua presença encontra-se em todo lado, menos nas graças do nosso povo que sofreu nas suas mãos.

Outra questão é que o povo está “sereno” como o PS gosta, mas não querendo isto dizer que está contente. Agora uma coisa é certa, irá manter-se enquanto não se apresentar uma alternativa mobilizadora quer à direita, quer à esquerda (espero eu à esquerda).  

O CDS-PP vive o mesmo dilema sendo que aqui a referência em vez de ser entre o Sá Carneiro e o Passos Coelho, é entre a direita católica conservadora (Salazarenta/populista) e a doutrina social da igreja menos populista e menos conservadora.

Como dizia o outro: “Com os problemas dos outros, posso eu bem!” o que me preocupa é; quando o PS der para o torto porque rebaixa-se à UE porque não renegoceia a divida nos seus prazos juros e montantes porque injeta dinheiro no novo banco que em nada contribui para o desenvolvimento do país. Será que existirá a força capaz e necessária para que estes direitolas que vestem calças beges, ou os outros que penteiam o cabelo para trás não voltem para lá e que garanta ao mesmo tempo que o PS não leve o país e os trabalhadores à desgraça? Uma alternativa de poder que se coloque agora, pois quando der para o torto já é tarde demais e o cassete dá a volta e toca o mesmo.

A história continua … Não percas o barco …

26
Jan20

Breaking Bad – Uma Obra Prima

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O que gostaria de dar mais destaque, mais do que a beleza das imagens e a sua combinação com o ambiente sonoro, gostaria de destacar o retrato social feito à sociedade Norte Americana, ao capitalismo, que leva ao desespero das famílias e dos indivíduos, levando-os a cometer actos contra os seus próprios valores e princípios.

Actos estes que são também reflexo do sistema que vivemos, ou seja, um sistema que apesar de se revestir de uma falsa intenção de ajudar o outro (caridadezinha), no fundo não olha a meios para atingir o fim, que é o lucro. Sistema este que prefere manter um exército de “restos da sociedade” porque (para eles) dá mais lucro do acabar com todos os flagelos do mundo.

Sem dúvida uma série da minha vida, se não viram, não percam tempo e vejam, é uma lição de vida e é a dureza da vida o confronto com as dificuldades que nos levam por vezes a cometer actos que nunca diríamos que poderíamos cometer.  

P.s. também já vi o El Camino depois se me apetecer escrevo alguma coisinha. Atenção o video tem spoilers. 

 

27
Out19

Para a padeira nem vento nem casamento de onde? De espanha meu caro.

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Padeira é das profissões mais nobres, um padeiro não é a mesma coisa que um pedreiro. Um faz pão e o outro faz? Burros! Trabalha a pedra e não! não faz pedras! 

Mais impressionante é a outra que trata dos outros à mocada, quando com pedras resultaria melhor com certeza. Comer pedras faz partir os dentes, não convém trocar-lhe os papéis. A padeira de Aljubarrota é o nosso Jesus Cristo, primeiro porque nos libertou, segundo porque tem a capacidade de multiplicar pães, nomeadamente contra espanhóis. Ainda é mais que cristo, pois ela ao mesmo tempo que trata da arte da criação de pães (e não pãos como alguens dizam), liberta-nos dos espanhóis.

Outra pergunta que me sobressalta é: Como é que aquela senhora apareceu em Aljubarrota? Sim porque de lá não era de certeza, pois aquilo é um bocado como a margem sul . . . "um deserto" (já agora ainda é lá que vão fazer o aeroporto?).

Padeiro hoje é uma profissão em ascensão, hoje há muitos jovens que enveredaram por esta profissão histórica, e trabalham de noite e pela madrugada adentro, chegando mesmo a trabalhar o dia inteiro e em qualquer lado, nomeadamente em casas de banho, discotecas e etc. Parece que hoje em dia é possível fazer um pão em qualquer sítio.

Às vezes pergunto-me: Será que se nós nos voltarmos a zangar com os espanhóis eles voltam a unir-se? FSSS estava a tentar não falar sobre espanhóis, mas eles não se entendem entre eles, quanto mais com os outros.

Obrigado padeira que aqui no condado portucalense as coisas continuam (devagarinho mas continuam) e já agora espanhóis obrigado pelos 100 montaditos e quando poderem mandem aquelas cadeias de restaurantes de presunto que têm espalhados por Espanha.

 

 

 

24
Out19

Afinal é possível sair

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Muitos comentadores encartados têm a mania de comparar o "cu com as calsas", muita coisa já foi dita entre a Catalunha e o Brexit, a questão é que são processos muito diferentes. A única coisa que poderá ser comum, entre um processo e outro, é a seguinte questão: quem é a única entidade soberana no que toca à tomada de decisão política?

A resposta é simples, essa entidade chama-se Povo, é ao povo que cabe decidir o seu próprio futuro, isto num primeiro plano. Num segundo plano podemos discutir se os processos de tomada de decisão foram ou não bem conduzidos e num último plano se são legítimos, entre muitas outras discussões de todo o tipo que muitos pseudo intelectuais gostam de ter . . .

Agora o que muitos (pseudo) democratas e comentadores (zecos) fazem, é meter a questão do centro de decisão, tanto da Catalunha como do Brexit, fora do quadro de decisão democrática (poder/povo), para cobardemente colocar a discussão no quadro legalista (legal/judicial) no caso da Catalunha e no caso do Brexit no quadro economicista (negocial/negociante). 

Para esses "comentadores" e "democratas" que têm medo da democracia, o povo não tem! Deixem o povo da Catalunha decidir sobre o seu futuro e no caso do povo Inglês, respeitem a sua decisão!

O interesse do povo tem de estar no centro da ação, os outros interesses são estranhos ao seu interesse e esses devem estar fora tanto num processo como no outro.

01
Out19

“By order of the Peaky Fucking Blinders”

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Peaky Blinders é uma série da BBC disponível na Netflix,esta série é baseada num grupo, de delinquentes altamente organizados, queexistiu em Birmingham que tem o nome da série, sendo que a história e as suaspersonagens são fictícias.

A beleza da série reside na capacidade que ela tem para nosteletransportar no tempo, chegando quase a sentir o “smog” dos anos 1919 em Birminghame um pouco por toda a Inglaterra. Caracterização esta que combina que nem ginjascom uma banda sonora moderna, que proporciona um envolvimento fresco e familiarcom o nosso tempo, banda sonora que conta com nomes como o de Nick Cave.
Nesta série cabe o mundo todo: Amor, glamour, miséria, ciganos,luta de classes, política, gangs, máfia, serviços secretos, comunistas, trabalhistas,Churchill, guerra etc…

Uma série cheia de dilemas morais, que mostra expressões e exemplosda luta de classes, que é também ao mesmo tempo um retrato da origem da nossasociedade em geral e da Britânica em particular. Peaky Blinders mais do que umasimples série sobre gangsters, é um retrato.

Em Portugal na Netflix ainda está na 4ª temporada, mas pareceque a 5ª temporada está para breve. Uma série que não tem cá “encher chouriços”e que está com uma grande vitalidade, sendo que o seu consumo é altamente aditivo.





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