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17
Abr20

Obrigado Cinemateca: "Lisboa, Crónica anedótica" de Leitão de Barros

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A Cinemateca está a realizar um ciclo de cinema online, referente às comemorações do 25 de abril, o primeiro filme que eu vi e que aparece em primeiro na lista é "Lisboa, Crónica anedótica" de Leitão de Barros. 

Um filme grande e um grande filme. Uma caricatura do que era Lisboa no passado (1930), de como a riqueza convivia com a miséria de modo indiferente. Um país, uma cidade de meninos descalços que nunca tiveram tempo, nem a oportunidade, de ser meninos. 

Uma obra que mais do que uma obra cinematográfica é também uma obra sociológica e antropológica, uma verdadeira viagem no tempo. 

Viaja também : http://www.cinemateca.pt/Cinemateca/Destaques/Filmes-para-ver-esta-semana-(1).aspx

25 de abril sempre! Fascismo nunca mais!

16
Abr20

Animais na cidade e no parlamento também temos alguns

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Tão belo que é ver as cidades a serem invadidas pelos animais nas cidades desocupadas de seres humanos, menos belo é quando eles invadem o parlamento português, nomeadamente o Hugo Almeida (CDS-PP) e o André Ventura (CHEGA), de facto as pessoas ficaram em casa e os animais saíram à rua.

O 25 de abril foi feito para o povo que respeita e defende a liberdade e não para "animais" que sempre desrespeitaram e lutaram contra o 25 de abril e a liberdade. A liberdade e a democracia é para quem a defende e não para quem defende o seu contrário. É impressionante quando estes animais intolerantes e populistas usam o termo "politicamente correcto", para serem politicamente incorrectos, os intolerantes não têm direito à tolerância!

Coitados dos bichos que não têm culpa nenhuma da anormalidade destes bichos, aos animais dignos de seu nome peço desculpa pela comparação, pois são dignos ao contrário dos segundos!

Viva o 25 de abril! Que se comemore na AR e em todas as casas!

 

29
Jan20

Joacine e Ventura : Dupla de tango invencível

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Joacine voltou ao bar meio triste e Ventura convidou-a para dançar dando-lhe animo e força, como disse no inicio desta legislatura, estes dois vão alimentar-se um do outro, basta ver pelos "posts" no twitter de Rui Tavares, que está a aceitar este "convite para dançar": 

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É importante estarmos atentos a isto e não esquecer como sempre disse, um alimenta-se do outro. Um segredo o principal perigo da extrema direita não está nem no Chega nem no PNR, mas sim nos principais partidos, nomeadamente no CDS-PP (aquele gajo viciado em coca) e no PSD (vários gajos viciados em coca). 

Vamos lá combater isto ridicularizando e dando a importância política que tem que é: nenhuma! Dar-lhe importância é dar-lhe o que quer, claro e a sua companheira de tango também o quer, pois isto vai ser a sua tábua de salvação.

27
Jan20

Rearrumação de forças à direita: Qual a resposta à esquerda?

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Um CDS-PP e um PSD em definição dos seus caminhos, estratégias e táticas, entre o “centro” esquerda e a direita, se considerarmos que existe centro, espaço este que é uma falácia, pois não existe meias questões na política, ou se é de direita ou de esquerda!

O aparecimento de novas forças, desde o Chega à Iniciativa Liberal, a criarem um novo enquadramento para o eleitorado de direita mais “conservador” (para não dizer outra coisa).

O PSD de Rui Rio é um PSD que tenta disputar ao dito centro, resta saber se isto é suficiente para conquistar o poder, o presidente eleito do CDS-PP tenta disputar à direita o eleitorado, afirmando ao mesmo tempo que a quer unir a direita enquanto “vanguarda”, movimento este que Passos Coelho (D.Sebastião?) já veio dar um ar da sua graça. Esquecendo-se que a sua presença encontra-se em todo lado, menos nas graças do nosso povo que sofreu nas suas mãos.

Outra questão é que o povo está “sereno” como o PS gosta, mas não querendo isto dizer que está contente. Agora uma coisa é certa, irá manter-se enquanto não se apresentar uma alternativa mobilizadora quer à direita, quer à esquerda (espero eu à esquerda).  

O CDS-PP vive o mesmo dilema sendo que aqui a referência em vez de ser entre o Sá Carneiro e o Passos Coelho, é entre a direita católica conservadora (Salazarenta/populista) e a doutrina social da igreja menos populista e menos conservadora.

Como dizia o outro: “Com os problemas dos outros, posso eu bem!” o que me preocupa é; quando o PS der para o torto porque rebaixa-se à UE porque não renegoceia a divida nos seus prazos juros e montantes porque injeta dinheiro no novo banco que em nada contribui para o desenvolvimento do país. Será que existirá a força capaz e necessária para que estes direitolas que vestem calças beges, ou os outros que penteiam o cabelo para trás não voltem para lá e que garanta ao mesmo tempo que o PS não leve o país e os trabalhadores à desgraça? Uma alternativa de poder que se coloque agora, pois quando der para o torto já é tarde demais e o cassete dá a volta e toca o mesmo.

A história continua … Não percas o barco …

14
Jan20

Paz e chapadas (foneticamente é espetacular – apenas isso)

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Quando alguém dá uma chapada a outra pessoa para evitar andar à porrada em vez de se retirar, quando tem essa opção é a mesma coisa do que meter lenha na fogueira para ela não arder.

Há quem ache que a atitude de Trump é uma coisa nunca vista, é mentira! Isto sempre foi prática política nos e dos EUA, para resolver questões políticas internas.

A utilização do espantalho do “terrorismo” como tática de alienação de massas, nunca foi tão claro como hoje. O império Norte Americano utiliza o “terrorismo” como instrumento político, chegando ao ridículo de classificar um exército e um general como “terroristas”.

A questão que se impõe é: um estado que mata um general explodindo com o seu carro através de um drone, pode designar-se como um estado “terrorista”? Se adotarmos este termo, como é banalmente utilizado, teremos então de considerar este ato como um ato de terrorismo de estado.

Temos um atrito entre dois países, conflito este que arrasta uma região do globo e que tem envolvido diferentes países, quer sejam desta região, quer sejam do resto mundo.

Falemos dos que podem fazer diferença, os da região propriamente dita não têm grande influência e importância, a não ser pela sua proximidade geográfica e cultural, pois estes apenas agem de “costas quentes” e com garantias de terceiras partes. Quem pode de facto fazer a diferença para o equilíbrio de forças é a Rússia e a China, tendo em conta que da UE e dos seus Estados Membros não se espera grande coisa, além de apoios ou votos de condenação muito “diplomáticos” que passam a mão nas costas dos EUA.

É determinante que estes mexam as suas esferas de influência em forma de contraste com a forma dos EUA, ou seja, promovendo a paz, a cooperação e o equilíbrio de forças, prática esta que tem sido prática da China e da Rússia.

No que toca à região do Médio Oriente temos três países que merecem alguma atenção nomeadamente Israel, Turquia e a Arábia Saudita. Israel é um fiel aliado dos EUA, a Turquia joga em vários tabuleiros, jogando com as contradições dos EUA e da Europa aproveitando os interesses da Rússia e por último a Arábia Saudita a protegida dos EUA, rica e cheia de petróleo até à ponta dos cabelos.

A realidade do médio oriente é complexa e é com essa complexidade que a devemos de olhar sem simplismos, mas uma coisa é certa: a violência e a desestabilização não constroem a paz!

 

 

20
Out19

Adolf(o) calma que o povo desconfia

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O Adolf(o) Mesquita Nunes foi convidado da circulatura do quadrado, não querendo debater à exaustão a sua participação, gostaria de focar-me no seu posicionamento em relação às ideologias: Adolf(o) entende que o CDS-PP não se rege por ideologias e que não regras rígidas do ponto de vista ideológico, quer em termos de posicionamento, quer em termos de funcionamento. Afirmando que no CDS-PP cabem diferentes tipos de posicionamento, diferentes ideologias, diferentes sensibilidades, dizendo que hoje as ideologias não têm nem devem ter centralidade.

Concentremo-nos nesta matéria, as ideologias têm hoje toda a importância e quando alguém te disser que as ideologias não interessam, ou não são o que mais importa, desconfia! Esse é o mesmo tipo de pessoa que te vai dizer que estamos todos para o mesmo, que hoje numa empresa não há trabalhadores, mas sim colaboradores e que hoje não há patrões, mas sim empregadores e que lhes devemos agradecer por nos explorarem todos os dias. Ah! Desculpem-me, recapitulando . . . a pagarem-nos o salário que não equivale ao que produzimos e que é muito bom e que só temos é que agradecer.

Meus caros quem diz que não existem ideologias, ou que elas hoje não têm importância, na generalidade dos casos (para não dizer todos) afirmam isso porque têm a intensão de fazer com que vocês pensem que não há ideologias, que não há cá lados, que não há cá adversários e inimigos e por último de que não há luta de classes.

A extrema direita escala nesta ideia central da morte das ideologias, dando um ar de antissistema (sendo eles a vanguarda do próprio sistema) como forma de atrair as camadas mais descontentes da população.

O que vale Adolf(o) é que o povo continua a desconfiar e a direita levou a tareia que levou porque o povo desconfia e bem e não perdoa (e bem) o que o vosso governo fez.

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