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Escrevo, logo existo

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26
Jan20

Breaking Bad – Uma Obra Prima

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O que gostaria de dar mais destaque, mais do que a beleza das imagens e a sua combinação com o ambiente sonoro, gostaria de destacar o retrato social feito à sociedade Norte Americana, ao capitalismo, que leva ao desespero das famílias e dos indivíduos, levando-os a cometer actos contra os seus próprios valores e princípios.

Actos estes que são também reflexo do sistema que vivemos, ou seja, um sistema que apesar de se revestir de uma falsa intenção de ajudar o outro (caridadezinha), no fundo não olha a meios para atingir o fim, que é o lucro. Sistema este que prefere manter um exército de “restos da sociedade” porque (para eles) dá mais lucro do acabar com todos os flagelos do mundo.

Sem dúvida uma série da minha vida, se não viram, não percam tempo e vejam, é uma lição de vida e é a dureza da vida o confronto com as dificuldades que nos levam por vezes a cometer actos que nunca diríamos que poderíamos cometer.  

P.s. também já vi o El Camino depois se me apetecer escrevo alguma coisinha. Atenção o video tem spoilers. 

 

14
Jan20

Paz e chapadas (foneticamente é espetacular – apenas isso)

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Quando alguém dá uma chapada a outra pessoa para evitar andar à porrada em vez de se retirar, quando tem essa opção é a mesma coisa do que meter lenha na fogueira para ela não arder.

Há quem ache que a atitude de Trump é uma coisa nunca vista, é mentira! Isto sempre foi prática política nos e dos EUA, para resolver questões políticas internas.

A utilização do espantalho do “terrorismo” como tática de alienação de massas, nunca foi tão claro como hoje. O império Norte Americano utiliza o “terrorismo” como instrumento político, chegando ao ridículo de classificar um exército e um general como “terroristas”.

A questão que se impõe é: um estado que mata um general explodindo com o seu carro através de um drone, pode designar-se como um estado “terrorista”? Se adotarmos este termo, como é banalmente utilizado, teremos então de considerar este ato como um ato de terrorismo de estado.

Temos um atrito entre dois países, conflito este que arrasta uma região do globo e que tem envolvido diferentes países, quer sejam desta região, quer sejam do resto mundo.

Falemos dos que podem fazer diferença, os da região propriamente dita não têm grande influência e importância, a não ser pela sua proximidade geográfica e cultural, pois estes apenas agem de “costas quentes” e com garantias de terceiras partes. Quem pode de facto fazer a diferença para o equilíbrio de forças é a Rússia e a China, tendo em conta que da UE e dos seus Estados Membros não se espera grande coisa, além de apoios ou votos de condenação muito “diplomáticos” que passam a mão nas costas dos EUA.

É determinante que estes mexam as suas esferas de influência em forma de contraste com a forma dos EUA, ou seja, promovendo a paz, a cooperação e o equilíbrio de forças, prática esta que tem sido prática da China e da Rússia.

No que toca à região do Médio Oriente temos três países que merecem alguma atenção nomeadamente Israel, Turquia e a Arábia Saudita. Israel é um fiel aliado dos EUA, a Turquia joga em vários tabuleiros, jogando com as contradições dos EUA e da Europa aproveitando os interesses da Rússia e por último a Arábia Saudita a protegida dos EUA, rica e cheia de petróleo até à ponta dos cabelos.

A realidade do médio oriente é complexa e é com essa complexidade que a devemos de olhar sem simplismos, mas uma coisa é certa: a violência e a desestabilização não constroem a paz!

 

 

28
Dez19

Documentário: (T)error

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(T)error é um documentário que denúncia e demonstra o processo utilizado pelo FBI para justificar o seu suposto empenhenho no combate ao dito terrorismo. É um bom documentário, cru e duro, tal e qual a realidade, deixando a análise para cada um do que é certo e do que é errado, o que é justificável quando falamos de necessidades financeiras.

Uma demonstração perfeita da relação entre o informador e o FBI propriemente dito, entre o individuo e o estado, entre o estado inquisidor e o individuo vitima. 

Resumindo um bom documentário que não tem nada de bonito, que nos faz reflectir no estado do mundo e mais especificamente dos EUA, depois dos acontecimentos do 11 de setembro de 2004, que tornou a realidade mais perigosa, que tem o estado e os ditos terroristas como principais protagonistas demonstando a faceta da principal função do dito terrorismo, enquanto instrumento político, nomedadamente para os estados que tiveram os chamados atentados terroristas.

P.s. Um dia se me apetecer escrevo porque é que digo "dito terrorismo". 

 

 

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