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Escrevo, logo existo

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28
Mai20

Não estamos todos no mesmo barco

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O governo enche a boca dos “sucessos de combate à pandemia” o problema é que não respondeu, nomeadamente às consequências sociais e económicas. Enchem a boca de elogios aos trabalhadores da função pública, mas estes continuam com as carreiras e a actualização dos salários congelados, de elogios estão os trabalhadores cheios, eles precisam é de dinheiro para viver melhor. Dinheiro este que lhes é devido e é o estado, é o governo do PS que lhes deve esse dinheiro.

A juventude é a que mais sofre com esta pandemia, se estes já se encontravam confrontados com a realidade da precariedade e da incerteza do futuro, hoje alguns terão de voltar para casa dos pais, ou atravessam graves problemas financeiros. Os primeiros a sofrer serão sempre os trabalhadores jovens, enquanto tivermos a precariedade como base do mundo do trabalho em Portugal. A precariedade é o flagelo do Século XXI e deve ser combatida como foi e é combatido o trabalho infantil.

Se a pandemia prova que a importância do SNS é central no funcionamento do estado português, também deixa em evidente que é necessário investir mais, criar melhores condições para responder não só ao COVID-19, como a todo o tipo de doenças e essa necessidade não se responde com a complementaridade que interessa aos privados, mas sim com o reforço do SNS que interessa aos trabalhadores e às populações.

A necessidade de reforçar os sindicatos (da CGTP-IN), de continuar a luta nunca foi tão importante. Onde nós vemos dificuldades e ataques, a direita vê oportunidades e potencialidades para aumentar a ofensiva e o recuo civilizacional dos direitos dos trabalhadores. Temos de estar alerta, tendo em conta que eles estão muito atentos e estão a tentar a todo o custo fazer o relógio da história andar para trás.

29
Abr20

Lixivia o remédio para a estupidez humana e viva o dia do trabalhador

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Pelos vistos o Trump é louco, mas não está sozinho, tendo em conta que houve muitos a ir parar à ala dos intoxicados por lixivia. Podemos assim concluir que há males que vêm por bem, tendo em conta que vão alguns como ele para o galheiro. Parece que estou a ser bruto, mas a estupidez tem limites até mesmo na sociedade “minimamente democrática”.

Perguntam vocês: “Como é que vais fazer a ponte para o 1º de maio?”

Fácil! Reparem que os mesmos que não gostam do 25 de abril, são os mesmos que consideram que o 1º de maio é coisa do passado, considerando o mesmo em relação à luta de classes. Não consideram que estão a um passo de beber lixivia?

Hoje os ataques aos trabalhadores são constantes com o pretexto da pandemia, a preocupação dos que estão a um passo de beber lixivia são as entidades abstratas, as “empresas” (como quem diz patrões) e abanam o fantasma do “diabo”.

Os “chuchas” que de vez em quando também dão uns toques, de lixivia no biberão, dizem que não vai existir “austeridade” esperemos que não, mas mais do que esperar, temos de lutar para que não tenham sequer a ideia de iniciar cortes, ou aumentar impostos.

Os trabalhadores só têm uma coisa com que contar, a sua própria organização de classe, a CGTP-IN, as sindicalizações têm aumentado ao ritmo dos ataques que estes trabalhadores têm sofrido. É muito importante que os trabalhadores percebam que é necessário ter SEMPRE sindicatos fortes e não apenas nesta altura, pois os bebedolas de lixivia andam sempre aí e estão bem organizados, precisamos de estar mais que eles para puxar-lhes o tapete.

Vá sindicalizem-se, organizem-se e lutem! Bom primeiro de maio!

 

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