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Escrevo, logo existo

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16
Abr20

Animais na cidade e no parlamento também temos alguns

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Tão belo que é ver as cidades a serem invadidas pelos animais nas cidades desocupadas de seres humanos, menos belo é quando eles invadem o parlamento português, nomeadamente o Hugo Almeida (CDS-PP) e o André Ventura (CHEGA), de facto as pessoas ficaram em casa e os animais saíram à rua.

O 25 de abril foi feito para o povo que respeita e defende a liberdade e não para "animais" que sempre desrespeitaram e lutaram contra o 25 de abril e a liberdade. A liberdade e a democracia é para quem a defende e não para quem defende o seu contrário. É impressionante quando estes animais intolerantes e populistas usam o termo "politicamente correcto", para serem politicamente incorrectos, os intolerantes não têm direito à tolerância!

Coitados dos bichos que não têm culpa nenhuma da anormalidade destes bichos, aos animais dignos de seu nome peço desculpa pela comparação, pois são dignos ao contrário dos segundos!

Viva o 25 de abril! Que se comemore na AR e em todas as casas!

 

07
Abr20

O novo velho racismo

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Se no passado o Hitler com o seu bigode ridículo discriminava, perseguia e matava os Judeus por considerar que estes mandavam no mundo, a nível económico, político e cultural. Hoje a direita vai pelo mesmo caminho em relação aos chineses, promovendo o ódio nos outros (sejam eles quais forem), para afastar a atenção de si mesmos. Vejamos uma coisa: a culpa da EDP ser do governo chinês não é deste, mas sim do governo português de então (PSD/CDS) que decidiu vender, repare-se, os mesmos que hoje alimentam o ódio ao governo chinês e aos chineses.
Curioso estamos perante um vendedor que meteu um aquecedor à venda do OLX e diz ao comprador "És um bandido porque compras-te o aquecedor!". A situação é tão ridícula que não dá para fazer outra coisa se não gozar, mas o assunto é sério, pois como dizia o outro "primeiro levaram os chineses e eu não me importei eu não era chinês etc etc".
Abraço boa quarentena e protejam-se das barbaridades daqueles que se querem aproveitar da miséria dos outros.

 

 

13
Mar20

Covid-19 não suspende a ideologia e muito menos a memória

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O CDS o PSD e os seus broches à lapela (IL e Chega) estão a dizer que é necessário meter as ideologias à parte, é compreensivel tendo em conta que estes mesmos partidos são contra o serviço público de saúde e tomam medidas políticas para o describilizar e desmantelar. 

Costumam dizer que isso do serviço nacional de saúde é coisa de esquerda e têm razão é mesmo e isso é o que eles hoje não afirmam, mas afirmaram no passado e continuam a defende-lo.

Defender a dignidade do ser humano é uma questão ideológica e neste combate não estamos de facto do mesmo lado da barricada, pois é na prática que se vê quem defende as pessoas e a melhor forma de combater as pandemias e de dar qualidade de vida às pessoas é começar por defender o SNS e isto é o minimo.

Sei que dói, mas de facto tudo é ideologia e especialmente na defesa da dignidade humana. 

03
Mar20

A rebilião de Nuno Melo: Explicação

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Nuno Melo junta-se com um grupo de estudantes e altos empresários e decidem iniciar uma rebilião, para tal deram em 30 gr de cocaína enquando discutiam. Os canapés eram maravilhosos e numa TV passava a TV Touros e noutra uma missa em Trás dos Montes. Que bonito é um fascista e o seu canapé. 

Mas não é uma rebilião qualquer, é uma rebelião contra a Greta devido ao Corona, isto até dava outro texto "Greta Melo Corona e canapé que barafunda que é". A questão surge de imediato qual é a necessidade? É nada mais, nada menos do que a necessidade de atenção que nem um cão. 

Já chega de rimas por hoje não? 

Pois bem porque a estupidez tem limites e a necessidade de atenção também, deixo-vos esta canção:

 

 

 

15
Fev20

A Vida vale mais do que a morte

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A eutanásia é uma ofensa ao desenvolvimento e inteligência humana. Se existe coisa que representa um avanço civilizacional, é o momento em que o ser humano e a ciência colocou no centro da discussão o prolongamento da vida humana, o passo a dar a seguir, deveria de ser a da dignificação da vida humana para todos os seres humanos e não o alcance da melhor forma de morrer.

Muitas comparações têm sido feitas com a Interrupção Voluntária da Gravidez, estes tipos de comparações são perigosos e demagógicos e que se regem por razões religiosas. A IVG não mete termino a nenhuma vida humana e a eutanásia mete.

A eutanásia deveria de ser a última das preocupações. Quando temos um país com casos de pobreza extrema, quando temos telhados de amianto nas escolas, quando temos um Serviço Nacional de Saúde que ainda não dá a resposta necessária.

A vida é um direito, a morte é uma inevitabilidade, não é normal querer morrer, mas é normal querer viver e com dignidade. Viver com dignidade não é morrer com dignidade porque não há nada de digno na morte, tendo em conta que depois da morte não existe nada. A vida é precária porque é curta e acaba, cabe a nós tornar a vida cada vez melhor, mais digna e cada vez mais duradora.

Nesta discussão é determinante o fator esperança, é preciso esperança para todos os seres humanos, um ser humano sem esperança é um corpo sem condição humana que não está bem, é patológico e esta questão não é apenas filosófica, como psicológica e psiquiátrica, é uma questão holística e tem de ser olhada desta forma. Que se criem as condições para garantir a condição humana de todos os seres humanos, que se dê condições de vida a todos e que não se arranje formas “melhores ou piores” de morrer porque morrer não tem nada de bom.

A questão, discussão e agitação criada pela eutanásia serve os interesses do PS porque afasta a discussão do que realmente interessa, que é a dignificação da vida de todos os portugueses porque tal preocupação mete em causa o superavit (segundo o PS).

 

29
Jan20

Joacine e Ventura : Dupla de tango invencível

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Joacine voltou ao bar meio triste e Ventura convidou-a para dançar dando-lhe animo e força, como disse no inicio desta legislatura, estes dois vão alimentar-se um do outro, basta ver pelos "posts" no twitter de Rui Tavares, que está a aceitar este "convite para dançar": 

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É importante estarmos atentos a isto e não esquecer como sempre disse, um alimenta-se do outro. Um segredo o principal perigo da extrema direita não está nem no Chega nem no PNR, mas sim nos principais partidos, nomeadamente no CDS-PP (aquele gajo viciado em coca) e no PSD (vários gajos viciados em coca). 

Vamos lá combater isto ridicularizando e dando a importância política que tem que é: nenhuma! Dar-lhe importância é dar-lhe o que quer, claro e a sua companheira de tango também o quer, pois isto vai ser a sua tábua de salvação.

27
Jan20

Rearrumação de forças à direita: Qual a resposta à esquerda?

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Um CDS-PP e um PSD em definição dos seus caminhos, estratégias e táticas, entre o “centro” esquerda e a direita, se considerarmos que existe centro, espaço este que é uma falácia, pois não existe meias questões na política, ou se é de direita ou de esquerda!

O aparecimento de novas forças, desde o Chega à Iniciativa Liberal, a criarem um novo enquadramento para o eleitorado de direita mais “conservador” (para não dizer outra coisa).

O PSD de Rui Rio é um PSD que tenta disputar ao dito centro, resta saber se isto é suficiente para conquistar o poder, o presidente eleito do CDS-PP tenta disputar à direita o eleitorado, afirmando ao mesmo tempo que a quer unir a direita enquanto “vanguarda”, movimento este que Passos Coelho (D.Sebastião?) já veio dar um ar da sua graça. Esquecendo-se que a sua presença encontra-se em todo lado, menos nas graças do nosso povo que sofreu nas suas mãos.

Outra questão é que o povo está “sereno” como o PS gosta, mas não querendo isto dizer que está contente. Agora uma coisa é certa, irá manter-se enquanto não se apresentar uma alternativa mobilizadora quer à direita, quer à esquerda (espero eu à esquerda).  

O CDS-PP vive o mesmo dilema sendo que aqui a referência em vez de ser entre o Sá Carneiro e o Passos Coelho, é entre a direita católica conservadora (Salazarenta/populista) e a doutrina social da igreja menos populista e menos conservadora.

Como dizia o outro: “Com os problemas dos outros, posso eu bem!” o que me preocupa é; quando o PS der para o torto porque rebaixa-se à UE porque não renegoceia a divida nos seus prazos juros e montantes porque injeta dinheiro no novo banco que em nada contribui para o desenvolvimento do país. Será que existirá a força capaz e necessária para que estes direitolas que vestem calças beges, ou os outros que penteiam o cabelo para trás não voltem para lá e que garanta ao mesmo tempo que o PS não leve o país e os trabalhadores à desgraça? Uma alternativa de poder que se coloque agora, pois quando der para o torto já é tarde demais e o cassete dá a volta e toca o mesmo.

A história continua … Não percas o barco …

30
Nov19

Bank Friday Bancária (para os Banqueiros)

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Era bom que a Black Friday fosse no Novo Banco e não para o Novo Banco, pois parece que o Novo Banco apesar de não adquirir produtos, enche o cofre sucessivamente em grandes doses de dinheiro (de outros). 

 Black Friday no Novo Banco era meter quem tem de pagar o buraco a fazer uma coisa espetacular que é pagar os seus próprios prejuízos do banco, daí a noção de capital de risco, para os mais distraídos, quer dizer que tem risco e que pode ter como consequência não só perder o valor investido, como pode ser necessário meter mais dinheiro, pois não dá para ser "liberal" para ter lucro e usar o estado para o prejuízo. 

Resumindo "liberal" é a o cúmulo da chique espertice política e a Black Friday para o Novo Banco é para os donos disto tudo que são, ao mesmo tempo, os que apregoam o "liberalismo" pensando e agindo segundo o seguinte princípio basilar: Liberdade para explorar sem ninguém os incomodar. 

 

16
Nov19

Dinheiro -> Multibanco | Votos -> Urna

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O deputado do partido socialista Ascenso Simões veio defender, como medida de combate à abstenção, o voto eletrónico no multibanco, acontece que votar não é a mesma coisa que ver o saldo ou pagar a conta da luz e da água. É mais importante do que isso e se as pessoas não votam não é por terem preguiça de ir à assembleia eleitoral, é de facto por não quererem votar por questões políticas, ou seja, porque não acreditam, não creem na nossa democracia.

O erro crasso é o facto de não existir interesse por parte dos partidos do arco do poder (PS/PSD/CDS) de discutirem na origem do problema e isso acontece no caso de Ascenso Simões “esquece-se” que faz parte de um partido que tem grandes responsabilidades no desacreditar dos portugueses no nosso sistema político, durante as últimas 4 décadas, é na alteração dessas políticas que o Sr. Ascenso Simões não quer colocar a discussão.

O que muitos dos portugueses vêm é que faz com que não votem, é o banqueiro que afundou o banco e o governo que injeta dinheiro que é dos contribuintes, nesse mesmo banco, quando a responsabilidade não foi dos contribuintes, mas sim de Ban . . . Ladrão. Enquanto os salários continuam baixos, enquanto as pessoas continuam a não ter dinheiro para meter os filhos a estudar na faculdade etc . . .

Para resolver o problema da abstenção é necessário mudar o rumo das políticas, é necessária uma política que valorize as pessoas e não os mercados e a especulação.

p.s. Ascenso Simões deixe-se de conversas e de falinhas mansas e só espero que ninguém vá nessa conversa.

20
Out19

Adolf(o) calma que o povo desconfia

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O Adolf(o) Mesquita Nunes foi convidado da circulatura do quadrado, não querendo debater à exaustão a sua participação, gostaria de focar-me no seu posicionamento em relação às ideologias: Adolf(o) entende que o CDS-PP não se rege por ideologias e que não regras rígidas do ponto de vista ideológico, quer em termos de posicionamento, quer em termos de funcionamento. Afirmando que no CDS-PP cabem diferentes tipos de posicionamento, diferentes ideologias, diferentes sensibilidades, dizendo que hoje as ideologias não têm nem devem ter centralidade.

Concentremo-nos nesta matéria, as ideologias têm hoje toda a importância e quando alguém te disser que as ideologias não interessam, ou não são o que mais importa, desconfia! Esse é o mesmo tipo de pessoa que te vai dizer que estamos todos para o mesmo, que hoje numa empresa não há trabalhadores, mas sim colaboradores e que hoje não há patrões, mas sim empregadores e que lhes devemos agradecer por nos explorarem todos os dias. Ah! Desculpem-me, recapitulando . . . a pagarem-nos o salário que não equivale ao que produzimos e que é muito bom e que só temos é que agradecer.

Meus caros quem diz que não existem ideologias, ou que elas hoje não têm importância, na generalidade dos casos (para não dizer todos) afirmam isso porque têm a intensão de fazer com que vocês pensem que não há ideologias, que não há cá lados, que não há cá adversários e inimigos e por último de que não há luta de classes.

A extrema direita escala nesta ideia central da morte das ideologias, dando um ar de antissistema (sendo eles a vanguarda do próprio sistema) como forma de atrair as camadas mais descontentes da população.

O que vale Adolf(o) é que o povo continua a desconfiar e a direita levou a tareia que levou porque o povo desconfia e bem e não perdoa (e bem) o que o vosso governo fez.

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