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30
Nov19

Bank Friday Bancária (para os Banqueiros)

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Era bom que a Black Friday fosse no Novo Banco e não para o Novo Banco, pois parece que o Novo Banco apesar de não adquirir produtos, enche o cofre sucessivamente em grandes doses de dinheiro (de outros). 

 Black Friday no Novo Banco era meter quem tem de pagar o buraco a fazer uma coisa espetacular que é pagar os seus próprios prejuízos do banco, daí a noção de capital de risco, para os mais distraídos, quer dizer que tem risco e que pode ter como consequência não só perder o valor investido, como pode ser necessário meter mais dinheiro, pois não dá para ser "liberal" para ter lucro e usar o estado para o prejuízo. 

Resumindo "liberal" é a o cúmulo da chique espertice política e a Black Friday para o Novo Banco é para os donos disto tudo que são, ao mesmo tempo, os que apregoam o "liberalismo" pensando e agindo segundo o seguinte princípio basilar: Liberdade para explorar sem ninguém os incomodar. 

 

16
Nov19

Dinheiro -> Multibanco | Votos -> Urna

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O deputado do partido socialista Ascenso Simões veio defender, como medida de combate à abstenção, o voto eletrónico no multibanco, acontece que votar não é a mesma coisa que ver o saldo ou pagar a conta da luz e da água. É mais importante do que isso e se as pessoas não votam não é por terem preguiça de ir à assembleia eleitoral, é de facto por não quererem votar por questões políticas, ou seja, porque não acreditam, não creem na nossa democracia.

O erro crasso é o facto de não existir interesse por parte dos partidos do arco do poder (PS/PSD/CDS) de discutirem na origem do problema e isso acontece no caso de Ascenso Simões “esquece-se” que faz parte de um partido que tem grandes responsabilidades no desacreditar dos portugueses no nosso sistema político, durante as últimas 4 décadas, é na alteração dessas políticas que o Sr. Ascenso Simões não quer colocar a discussão.

O que muitos dos portugueses vêm é que faz com que não votem, é o banqueiro que afundou o banco e o governo que injeta dinheiro que é dos contribuintes, nesse mesmo banco, quando a responsabilidade não foi dos contribuintes, mas sim de Ban . . . Ladrão. Enquanto os salários continuam baixos, enquanto as pessoas continuam a não ter dinheiro para meter os filhos a estudar na faculdade etc . . .

Para resolver o problema da abstenção é necessário mudar o rumo das políticas, é necessária uma política que valorize as pessoas e não os mercados e a especulação.

p.s. Ascenso Simões deixe-se de conversas e de falinhas mansas e só espero que ninguém vá nessa conversa.

20
Out19

Adolf(o) calma que o povo desconfia

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O Adolf(o) Mesquita Nunes foi convidado da circulatura do quadrado, não querendo debater à exaustão a sua participação, gostaria de focar-me no seu posicionamento em relação às ideologias: Adolf(o) entende que o CDS-PP não se rege por ideologias e que não regras rígidas do ponto de vista ideológico, quer em termos de posicionamento, quer em termos de funcionamento. Afirmando que no CDS-PP cabem diferentes tipos de posicionamento, diferentes ideologias, diferentes sensibilidades, dizendo que hoje as ideologias não têm nem devem ter centralidade.

Concentremo-nos nesta matéria, as ideologias têm hoje toda a importância e quando alguém te disser que as ideologias não interessam, ou não são o que mais importa, desconfia! Esse é o mesmo tipo de pessoa que te vai dizer que estamos todos para o mesmo, que hoje numa empresa não há trabalhadores, mas sim colaboradores e que hoje não há patrões, mas sim empregadores e que lhes devemos agradecer por nos explorarem todos os dias. Ah! Desculpem-me, recapitulando . . . a pagarem-nos o salário que não equivale ao que produzimos e que é muito bom e que só temos é que agradecer.

Meus caros quem diz que não existem ideologias, ou que elas hoje não têm importância, na generalidade dos casos (para não dizer todos) afirmam isso porque têm a intensão de fazer com que vocês pensem que não há ideologias, que não há cá lados, que não há cá adversários e inimigos e por último de que não há luta de classes.

A extrema direita escala nesta ideia central da morte das ideologias, dando um ar de antissistema (sendo eles a vanguarda do próprio sistema) como forma de atrair as camadas mais descontentes da população.

O que vale Adolf(o) é que o povo continua a desconfiar e a direita levou a tareia que levou porque o povo desconfia e bem e não perdoa (e bem) o que o vosso governo fez.

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