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Escrevo, logo existo

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19
Jan20

Frederico Ventura - uma questão política e um caso num determinado derby, com dois determinados clubes, num determinado estádio

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O que aconteceu no último derby não deveria de ter acontecido, a questão é que esse facto está a servir mais uma vez para denegrir o papel das claques. A ideia de que as claques são um bando de marginais, é preconceito há muito enaltecido. A questão que se deve fazer não é se devemos acabar com as claques, mas sim para que servem.

As claques desempenham e sempre desempenharam um papel central na defesa dos interesses dos sócios, uma espécie de vanguarda do clube. Sobre isto tenho vários exemplos, foi a claque do Belenenses que resistiu até à última contra a sua SAD, foi a claque do Benfica com o seu apoio que contaminou todo o estádio e virou o resultado contra o Sporting e que representou o início de uma reviravolta no campeonato. 

As claques têm problemas como é obvio, mas as claques é só mais uma expressão do movimento associativo. Consideremos o seguinte porque é que por alguns adeptos decidirem consumir drogas e andar à pancadaria indigna-nos mais do que a lavagem de dinheiro e a corrupção?

Lembremo-nos de uma coisa quem criou esta situação de crispação com as claques do Sporting? Quem instigou o ódio com a retirada de direitos a estas organizações e aos sócios por terem opiniões diferentes? Afinal quem é o instigador, o inquisidor e extremista?

Deixem as pessoas organizarem-se, que se chame à justiça quem comete crimes e preocupem-se com coisas que são realmente importantes. 

Obrigado e boa noite

 

 

#nãosoudosporting

#gostoapenasdedarbitaites

 

27
Out19

Para a padeira nem vento nem casamento de onde? De espanha meu caro.

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Padeira é das profissões mais nobres, um padeiro não é a mesma coisa que um pedreiro. Um faz pão e o outro faz? Burros! Trabalha a pedra e não! não faz pedras! 

Mais impressionante é a outra que trata dos outros à mocada, quando com pedras resultaria melhor com certeza. Comer pedras faz partir os dentes, não convém trocar-lhe os papéis. A padeira de Aljubarrota é o nosso Jesus Cristo, primeiro porque nos libertou, segundo porque tem a capacidade de multiplicar pães, nomeadamente contra espanhóis. Ainda é mais que cristo, pois ela ao mesmo tempo que trata da arte da criação de pães (e não pãos como alguens dizam), liberta-nos dos espanhóis.

Outra pergunta que me sobressalta é: Como é que aquela senhora apareceu em Aljubarrota? Sim porque de lá não era de certeza, pois aquilo é um bocado como a margem sul . . . "um deserto" (já agora ainda é lá que vão fazer o aeroporto?).

Padeiro hoje é uma profissão em ascensão, hoje há muitos jovens que enveredaram por esta profissão histórica, e trabalham de noite e pela madrugada adentro, chegando mesmo a trabalhar o dia inteiro e em qualquer lado, nomeadamente em casas de banho, discotecas e etc. Parece que hoje em dia é possível fazer um pão em qualquer sítio.

Às vezes pergunto-me: Será que se nós nos voltarmos a zangar com os espanhóis eles voltam a unir-se? FSSS estava a tentar não falar sobre espanhóis, mas eles não se entendem entre eles, quanto mais com os outros.

Obrigado padeira que aqui no condado portucalense as coisas continuam (devagarinho mas continuam) e já agora espanhóis obrigado pelos 100 montaditos e quando poderem mandem aquelas cadeias de restaurantes de presunto que têm espalhados por Espanha.

 

 

 

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