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Escrevo, logo existo

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26
Abr20

O 25 de abril arruma a casa

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Neste 25 de abril parece que alguns levaram com um balde de água fria pelos cornos. Os ditos "novos" partidos salazarentos com cheiro a mofo, levaram nos cornos de todos os democratas presentes na cerimónia. A comunicação social também teve de enfiar o barrete porque também andou durante muito tempo a alimentá-los, nomeadamente a Iniciativa Liberal, o Chega e não esquecer o CDS-PP que apesar de ser antigo apresentam-no sempre como uma coisa nova. 

Eles levaram nos cornos e não foi só do PCP mas de muitos outros, pois o 25 de abril, obriga a muitos a assentarem os pés no chão, caso contrário, o povo mais à frente pode penaliza-los e o Presidente da República oportunisticamente apercebeu-se disso e foi obrigado pela força das circunstâncias a tomar uma atitude.

O Cotrim, o (A)ventura e os deputados do CDS-PP se tivessem um buraco escondiam-se lá dentro. O populismo em Portugal não tem futuro porque o nosso povo tem bem presente e bem enraizado, na sua cultura e sentimento, os valores e a importância do 25 de abril e sempre que estes cágados levantam a cabeça, é determinante que todas as forças democratas se unam para lhes fazer baixar a garimpa. 

No que toca ao ataque aos fascistas e populistas é preciso ter cuidado, nesta guerra saber quando ignora-los também é determinante, pois não lhes podemos dar hipótese para brilharem e por vezes mais vale deixa-los a falar sozinhos e é também isso que alguns democratas necessitam de perceber. 

Continuemos e temos de perceber que as melhores armas são as políticas concretas de melhoria de condições de vida das populações que os deixa sem escapatória nenhuma e sem espaço político para aproveitarem.

 

03
Mar20

A rebilião de Nuno Melo: Explicação

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Nuno Melo junta-se com um grupo de estudantes e altos empresários e decidem iniciar uma rebilião, para tal deram em 30 gr de cocaína enquando discutiam. Os canapés eram maravilhosos e numa TV passava a TV Touros e noutra uma missa em Trás dos Montes. Que bonito é um fascista e o seu canapé. 

Mas não é uma rebilião qualquer, é uma rebelião contra a Greta devido ao Corona, isto até dava outro texto "Greta Melo Corona e canapé que barafunda que é". A questão surge de imediato qual é a necessidade? É nada mais, nada menos do que a necessidade de atenção que nem um cão. 

Já chega de rimas por hoje não? 

Pois bem porque a estupidez tem limites e a necessidade de atenção também, deixo-vos esta canção:

 

 

 

27
Jan20

Rearrumação de forças à direita: Qual a resposta à esquerda?

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Um CDS-PP e um PSD em definição dos seus caminhos, estratégias e táticas, entre o “centro” esquerda e a direita, se considerarmos que existe centro, espaço este que é uma falácia, pois não existe meias questões na política, ou se é de direita ou de esquerda!

O aparecimento de novas forças, desde o Chega à Iniciativa Liberal, a criarem um novo enquadramento para o eleitorado de direita mais “conservador” (para não dizer outra coisa).

O PSD de Rui Rio é um PSD que tenta disputar ao dito centro, resta saber se isto é suficiente para conquistar o poder, o presidente eleito do CDS-PP tenta disputar à direita o eleitorado, afirmando ao mesmo tempo que a quer unir a direita enquanto “vanguarda”, movimento este que Passos Coelho (D.Sebastião?) já veio dar um ar da sua graça. Esquecendo-se que a sua presença encontra-se em todo lado, menos nas graças do nosso povo que sofreu nas suas mãos.

Outra questão é que o povo está “sereno” como o PS gosta, mas não querendo isto dizer que está contente. Agora uma coisa é certa, irá manter-se enquanto não se apresentar uma alternativa mobilizadora quer à direita, quer à esquerda (espero eu à esquerda).  

O CDS-PP vive o mesmo dilema sendo que aqui a referência em vez de ser entre o Sá Carneiro e o Passos Coelho, é entre a direita católica conservadora (Salazarenta/populista) e a doutrina social da igreja menos populista e menos conservadora.

Como dizia o outro: “Com os problemas dos outros, posso eu bem!” o que me preocupa é; quando o PS der para o torto porque rebaixa-se à UE porque não renegoceia a divida nos seus prazos juros e montantes porque injeta dinheiro no novo banco que em nada contribui para o desenvolvimento do país. Será que existirá a força capaz e necessária para que estes direitolas que vestem calças beges, ou os outros que penteiam o cabelo para trás não voltem para lá e que garanta ao mesmo tempo que o PS não leve o país e os trabalhadores à desgraça? Uma alternativa de poder que se coloque agora, pois quando der para o torto já é tarde demais e o cassete dá a volta e toca o mesmo.

A história continua … Não percas o barco …

20
Out19

Adolf(o) calma que o povo desconfia

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O Adolf(o) Mesquita Nunes foi convidado da circulatura do quadrado, não querendo debater à exaustão a sua participação, gostaria de focar-me no seu posicionamento em relação às ideologias: Adolf(o) entende que o CDS-PP não se rege por ideologias e que não regras rígidas do ponto de vista ideológico, quer em termos de posicionamento, quer em termos de funcionamento. Afirmando que no CDS-PP cabem diferentes tipos de posicionamento, diferentes ideologias, diferentes sensibilidades, dizendo que hoje as ideologias não têm nem devem ter centralidade.

Concentremo-nos nesta matéria, as ideologias têm hoje toda a importância e quando alguém te disser que as ideologias não interessam, ou não são o que mais importa, desconfia! Esse é o mesmo tipo de pessoa que te vai dizer que estamos todos para o mesmo, que hoje numa empresa não há trabalhadores, mas sim colaboradores e que hoje não há patrões, mas sim empregadores e que lhes devemos agradecer por nos explorarem todos os dias. Ah! Desculpem-me, recapitulando . . . a pagarem-nos o salário que não equivale ao que produzimos e que é muito bom e que só temos é que agradecer.

Meus caros quem diz que não existem ideologias, ou que elas hoje não têm importância, na generalidade dos casos (para não dizer todos) afirmam isso porque têm a intensão de fazer com que vocês pensem que não há ideologias, que não há cá lados, que não há cá adversários e inimigos e por último de que não há luta de classes.

A extrema direita escala nesta ideia central da morte das ideologias, dando um ar de antissistema (sendo eles a vanguarda do próprio sistema) como forma de atrair as camadas mais descontentes da população.

O que vale Adolf(o) é que o povo continua a desconfiar e a direita levou a tareia que levou porque o povo desconfia e bem e não perdoa (e bem) o que o vosso governo fez.

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