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26
Abr20

O 25 de abril arruma a casa

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Neste 25 de abril parece que alguns levaram com um balde de água fria pelos cornos. Os ditos "novos" partidos salazarentos com cheiro a mofo, levaram nos cornos de todos os democratas presentes na cerimónia. A comunicação social também teve de enfiar o barrete porque também andou durante muito tempo a alimentá-los, nomeadamente a Iniciativa Liberal, o Chega e não esquecer o CDS-PP que apesar de ser antigo apresentam-no sempre como uma coisa nova. 

Eles levaram nos cornos e não foi só do PCP mas de muitos outros, pois o 25 de abril, obriga a muitos a assentarem os pés no chão, caso contrário, o povo mais à frente pode penaliza-los e o Presidente da República oportunisticamente apercebeu-se disso e foi obrigado pela força das circunstâncias a tomar uma atitude.

O Cotrim, o (A)ventura e os deputados do CDS-PP se tivessem um buraco escondiam-se lá dentro. O populismo em Portugal não tem futuro porque o nosso povo tem bem presente e bem enraizado, na sua cultura e sentimento, os valores e a importância do 25 de abril e sempre que estes cágados levantam a cabeça, é determinante que todas as forças democratas se unam para lhes fazer baixar a garimpa. 

No que toca ao ataque aos fascistas e populistas é preciso ter cuidado, nesta guerra saber quando ignora-los também é determinante, pois não lhes podemos dar hipótese para brilharem e por vezes mais vale deixa-los a falar sozinhos e é também isso que alguns democratas necessitam de perceber. 

Continuemos e temos de perceber que as melhores armas são as políticas concretas de melhoria de condições de vida das populações que os deixa sem escapatória nenhuma e sem espaço político para aproveitarem.

 

17
Abr20

Obrigado Cinemateca: "Lisboa, Crónica anedótica" de Leitão de Barros

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A Cinemateca está a realizar um ciclo de cinema online, referente às comemorações do 25 de abril, o primeiro filme que eu vi e que aparece em primeiro na lista é "Lisboa, Crónica anedótica" de Leitão de Barros. 

Um filme grande e um grande filme. Uma caricatura do que era Lisboa no passado (1930), de como a riqueza convivia com a miséria de modo indiferente. Um país, uma cidade de meninos descalços que nunca tiveram tempo, nem a oportunidade, de ser meninos. 

Uma obra que mais do que uma obra cinematográfica é também uma obra sociológica e antropológica, uma verdadeira viagem no tempo. 

Viaja também : http://www.cinemateca.pt/Cinemateca/Destaques/Filmes-para-ver-esta-semana-(1).aspx

25 de abril sempre! Fascismo nunca mais!

13
Mar20

Covid-19 não suspende a ideologia e muito menos a memória

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O CDS o PSD e os seus broches à lapela (IL e Chega) estão a dizer que é necessário meter as ideologias à parte, é compreensivel tendo em conta que estes mesmos partidos são contra o serviço público de saúde e tomam medidas políticas para o describilizar e desmantelar. 

Costumam dizer que isso do serviço nacional de saúde é coisa de esquerda e têm razão é mesmo e isso é o que eles hoje não afirmam, mas afirmaram no passado e continuam a defende-lo.

Defender a dignidade do ser humano é uma questão ideológica e neste combate não estamos de facto do mesmo lado da barricada, pois é na prática que se vê quem defende as pessoas e a melhor forma de combater as pandemias e de dar qualidade de vida às pessoas é começar por defender o SNS e isto é o minimo.

Sei que dói, mas de facto tudo é ideologia e especialmente na defesa da dignidade humana. 

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