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19
Jan20

Frederico Ventura - uma questão política e um caso num determinado derby, com dois determinados clubes, num determinado estádio

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O que aconteceu no último derby não deveria de ter acontecido, a questão é que esse facto está a servir mais uma vez para denegrir o papel das claques. A ideia de que as claques são um bando de marginais, é preconceito há muito enaltecido. A questão que se deve fazer não é se devemos acabar com as claques, mas sim para que servem.

As claques desempenham e sempre desempenharam um papel central na defesa dos interesses dos sócios, uma espécie de vanguarda do clube. Sobre isto tenho vários exemplos, foi a claque do Belenenses que resistiu até à última contra a sua SAD, foi a claque do Benfica com o seu apoio que contaminou todo o estádio e virou o resultado contra o Sporting e que representou o início de uma reviravolta no campeonato. 

As claques têm problemas como é obvio, mas as claques é só mais uma expressão do movimento associativo. Consideremos o seguinte porque é que por alguns adeptos decidirem consumir drogas e andar à pancadaria indigna-nos mais do que a lavagem de dinheiro e a corrupção?

Lembremo-nos de uma coisa quem criou esta situação de crispação com as claques do Sporting? Quem instigou o ódio com a retirada de direitos a estas organizações e aos sócios por terem opiniões diferentes? Afinal quem é o instigador, o inquisidor e extremista?

Deixem as pessoas organizarem-se, que se chame à justiça quem comete crimes e preocupem-se com coisas que são realmente importantes. 

Obrigado e boa noite

 

 

#nãosoudosporting

#gostoapenasdedarbitaites

 

14
Jan20

Paz e chapadas (foneticamente é espetacular – apenas isso)

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Quando alguém dá uma chapada a outra pessoa para evitar andar à porrada em vez de se retirar, quando tem essa opção é a mesma coisa do que meter lenha na fogueira para ela não arder.

Há quem ache que a atitude de Trump é uma coisa nunca vista, é mentira! Isto sempre foi prática política nos e dos EUA, para resolver questões políticas internas.

A utilização do espantalho do “terrorismo” como tática de alienação de massas, nunca foi tão claro como hoje. O império Norte Americano utiliza o “terrorismo” como instrumento político, chegando ao ridículo de classificar um exército e um general como “terroristas”.

A questão que se impõe é: um estado que mata um general explodindo com o seu carro através de um drone, pode designar-se como um estado “terrorista”? Se adotarmos este termo, como é banalmente utilizado, teremos então de considerar este ato como um ato de terrorismo de estado.

Temos um atrito entre dois países, conflito este que arrasta uma região do globo e que tem envolvido diferentes países, quer sejam desta região, quer sejam do resto mundo.

Falemos dos que podem fazer diferença, os da região propriamente dita não têm grande influência e importância, a não ser pela sua proximidade geográfica e cultural, pois estes apenas agem de “costas quentes” e com garantias de terceiras partes. Quem pode de facto fazer a diferença para o equilíbrio de forças é a Rússia e a China, tendo em conta que da UE e dos seus Estados Membros não se espera grande coisa, além de apoios ou votos de condenação muito “diplomáticos” que passam a mão nas costas dos EUA.

É determinante que estes mexam as suas esferas de influência em forma de contraste com a forma dos EUA, ou seja, promovendo a paz, a cooperação e o equilíbrio de forças, prática esta que tem sido prática da China e da Rússia.

No que toca à região do Médio Oriente temos três países que merecem alguma atenção nomeadamente Israel, Turquia e a Arábia Saudita. Israel é um fiel aliado dos EUA, a Turquia joga em vários tabuleiros, jogando com as contradições dos EUA e da Europa aproveitando os interesses da Rússia e por último a Arábia Saudita a protegida dos EUA, rica e cheia de petróleo até à ponta dos cabelos.

A realidade do médio oriente é complexa e é com essa complexidade que a devemos de olhar sem simplismos, mas uma coisa é certa: a violência e a desestabilização não constroem a paz!

 

 

29
Dez19

Jesus grita: "SUAS BICHAS OFENDIDAS!! MAIS SENTIDO DE HUMOR POR FAVOR!!"

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Já tinha trazido aqui o clássico "papai noel FDP", entenda-se que o pai natal é na verdade S. Nicolau e nínguem é capara de dizer nada.

Se Jesus era homessexual? Nunca o conheci, portanto nunca lhe perguntei... Uma coisa é verdade, a biblia diz que não foi para acama com a Maria Madalena, coisa que o código Da Vinci desmente. Pergunto eu: Porque é que Jesus não foi para a cama com Maria Madalena? Se calhar segundo estes senhores que fizeram o que fizeram à Porta dos Fundos consideram que "um gajo que não vai para a cama com uma gaja, ainda por cima prostituta, só pode ser paneleiro", estas são as mesmas pessoas que escreveram #jesuischarliehebdo. 

Onde andam os Je Suis qualquer coisa? Foram para a cama com Jesus Cristo seus cristãos fanáticos em fase de negação?

Agora trago-vos a história de Joãozinho, o escuteiro do CNE que quando descubriu que Jesus era gay, ele próprio saiu do armário e gritou "obrigado Jesus por te assumires".

p.s. Jesus riu-se com esta publicação e deus aplaudiu fomando o seu charuto enquanto recebia massagens de Maria Madalena. 

 

28
Dez19

Documentário: (T)error

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(T)error é um documentário que denúncia e demonstra o processo utilizado pelo FBI para justificar o seu suposto empenhenho no combate ao dito terrorismo. É um bom documentário, cru e duro, tal e qual a realidade, deixando a análise para cada um do que é certo e do que é errado, o que é justificável quando falamos de necessidades financeiras.

Uma demonstração perfeita da relação entre o informador e o FBI propriemente dito, entre o individuo e o estado, entre o estado inquisidor e o individuo vitima. 

Resumindo um bom documentário que não tem nada de bonito, que nos faz reflectir no estado do mundo e mais especificamente dos EUA, depois dos acontecimentos do 11 de setembro de 2004, que tornou a realidade mais perigosa, que tem o estado e os ditos terroristas como principais protagonistas demonstando a faceta da principal função do dito terrorismo, enquanto instrumento político, nomedadamente para os estados que tiveram os chamados atentados terroristas.

P.s. Um dia se me apetecer escrevo porque é que digo "dito terrorismo". 

 

 

15
Dez19

Aristóteles o antigo Primeiro Ministro

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Aristóteles foi primeiro ministro, formado em medicina. Ele sempre foi um bom falante e nada ignorante, mais para o esperto do que para o inteligente. O que mais se destacou foi o esperto, nomeadamente nas suas relações humanas, confundem-se as económicas, políticas e pessoais.

Aristóteles era venerado pelos seus pares, todos se calavam para o ouvir porque tinha uma boa fala, toda a gente considera que ele diz a verdade, toda a gente confia nele e ele continua a misturar as relações políticas, económicas e familiares porque estes que confiam nele são também os que estão envolvidos na sua teia relacional, na sua esfera de influência.

Será que esta mistura esperta vai dar bom resultado?

Não percam o próximo episódio que alguém também não.

08
Dez19

Bugigangas Natalícias - Horrível o Natal

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Ai o natal tão . . . Horrível!! É altura do ano em que as pessoas em romaria invadem as ruas para comprar bugigangas de plástico para oferecer umas às outras. Quase que me atrevo a dizer que 90% do que é oferecido, não tem utilidade nenhuma. 

 

Hoje as lojas de chineses já não existem ao mesmo nível do que há uns anos, até porque as grandes superfícies também já vendem produtos muito maus e de fraca qualidade. As pessoas mesmo não sabendo o que devem oferecer insistem em oferecer, por favor parem com isso, olha façam um desenho ou escrevam um texto, sei lá, mas não me ofereçam coisas por oferecer.

 

Vocês perguntam: Mas o natal não é mais que isso? As pessoas gostam do natal de uma forma que os devia de envergonhar, passo ao exemplo, as pessoas gostam do natal por ser o momento em que estão com a família. . . Preciso de explicar? as pessoas gostam do natal porque parece que mete uma borracha no facto de nos estarmos a borrifar para a família durante o ano inteiro. 

 

Dirão vocês: Tu falas assim porque és ateu? Assumo que esse argumento possa fazer sentido, o que acho que não faz sentido é ser-se católico e gostar-se do natal, tendo em conta que estamos a festejar uma coisa que foi criada artificialmente através de um concilio pois jesus não nasceu naquela data, sendo apenas uma data pagã. O consumismo, a gula e o desperdício é uma coisa muito pouco católica e muito natalícia, o poço de todas as contradições.

 

Bem até já e tentem não morrer de diabetes e atolados em bugigangas.

30
Nov19

Bank Friday Bancária (para os Banqueiros)

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Era bom que a Black Friday fosse no Novo Banco e não para o Novo Banco, pois parece que o Novo Banco apesar de não adquirir produtos, enche o cofre sucessivamente em grandes doses de dinheiro (de outros). 

 Black Friday no Novo Banco era meter quem tem de pagar o buraco a fazer uma coisa espetacular que é pagar os seus próprios prejuízos do banco, daí a noção de capital de risco, para os mais distraídos, quer dizer que tem risco e que pode ter como consequência não só perder o valor investido, como pode ser necessário meter mais dinheiro, pois não dá para ser "liberal" para ter lucro e usar o estado para o prejuízo. 

Resumindo "liberal" é a o cúmulo da chique espertice política e a Black Friday para o Novo Banco é para os donos disto tudo que são, ao mesmo tempo, os que apregoam o "liberalismo" pensando e agindo segundo o seguinte princípio basilar: Liberdade para explorar sem ninguém os incomodar. 

 

20
Nov19

Evento Antiwebsummit

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Tive uma ideia empreendedora que é de criar uma antiwebsummit, onde as pessoas que já tenham dado uso à sua genitália possam participar e que fosse impossibilitada a entrada indivíduos que têm medo de vá . . . de ter relações com algum contacto físico com outras pessoas (animais e a própria mão não conta).
Neste evento estaria proibida a entrada de "gadgets", de portáteis e telemóveis e a única bebida não alcoólica que entrava era água. Não seria permitida a entrada de empresas para vender coisas e fazer dinheiro com o dinheiro dos outros e as empresas que entrassem só podiam oferecer coisas.
Como é óbvio não existia internet e os eventos era só festa, borga e saídas à noite que fossem para além da 00h em que haveria mais do que sumo de laranja e se houvesse sumo de laranja tinha de ser traçada com vodka.
Existiria um espaço antinetworking em que seria um espaço onde as pessoas se insultavam mutuamente, com prémios para o pior insulto e claro um campeonato de chapadas.
O antiteambuilding seria uma sauna gigante onde as pessoas praticavam atividades sexuais em público uns com os outros (uma forma empreendedora de organizar uma órgia).
Assim deixo a minha ideia antiempreendedora. e fico à espera não só de antioutputs como de antinvestimentos.

16
Nov19

Dinheiro -> Multibanco | Votos -> Urna

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O deputado do partido socialista Ascenso Simões veio defender, como medida de combate à abstenção, o voto eletrónico no multibanco, acontece que votar não é a mesma coisa que ver o saldo ou pagar a conta da luz e da água. É mais importante do que isso e se as pessoas não votam não é por terem preguiça de ir à assembleia eleitoral, é de facto por não quererem votar por questões políticas, ou seja, porque não acreditam, não creem na nossa democracia.

O erro crasso é o facto de não existir interesse por parte dos partidos do arco do poder (PS/PSD/CDS) de discutirem na origem do problema e isso acontece no caso de Ascenso Simões “esquece-se” que faz parte de um partido que tem grandes responsabilidades no desacreditar dos portugueses no nosso sistema político, durante as últimas 4 décadas, é na alteração dessas políticas que o Sr. Ascenso Simões não quer colocar a discussão.

O que muitos dos portugueses vêm é que faz com que não votem, é o banqueiro que afundou o banco e o governo que injeta dinheiro que é dos contribuintes, nesse mesmo banco, quando a responsabilidade não foi dos contribuintes, mas sim de Ban . . . Ladrão. Enquanto os salários continuam baixos, enquanto as pessoas continuam a não ter dinheiro para meter os filhos a estudar na faculdade etc . . .

Para resolver o problema da abstenção é necessário mudar o rumo das políticas, é necessária uma política que valorize as pessoas e não os mercados e a especulação.

p.s. Ascenso Simões deixe-se de conversas e de falinhas mansas e só espero que ninguém vá nessa conversa.

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